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	<title>Advaita Vedanta &#187; Textos</title>
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		<title>Permaneça com seu Ser &#8211; Parte III</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 10:21:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>niraj</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Trechos do livro "Eu Sou Aquilo" de Sri Nisargadatta Maharaj que tratam da prática espiritual.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><code><br />
</code></p>
<h1 style="text-align: center;">Permaneça com seu Ser</h1>
<h3 style="text-align: center;"><a href="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Maharaj-staring.jpg"><br />
</a>Parte III</h3>
<p><code><br />
</code></p>
<h3><a href="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Maharaj-staring.jpg"><img class="aligncenter" title="Maharaj staring" src="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Maharaj-staring.jpg" alt="" width="340" height="400" /></a></h3>
<div></div>
<p><span style="font-family: monospace;"><br />
</span></p>
<p>Este é o terceiro post da série <em>Permaneça com seu Ser</em>. Veja o <a href="http://advaita.com.br/2011/02/20/permaneca-com-seu-ser/">primeiro</a> e <a href="http://advaita.com.br/2011/03/27/permaneca-com-seu-ser-parte-ii/" target="_blank">segundo</a>.</p>
<p style="text-align: center;">************************************************************************</p>
<p style="text-align: justify;"><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: justify;">Não é a adoração de uma pessoa (<em>guru</em>) que é o crucial, mas a seriedade e profundidade de sua devoção à tarefa. Lembre-se, indague, pondere, viva-a,  ame-a, cresça nela, faça-a sua – a palavra de seu Guru, externo ou interno.</p>
<p style="text-align: justify;">Traga tudo para dentro e você conquistará tudo. Eu fazia isso. Todo o meu tempo era devotado ao meu Guru e ao que ele me disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando você está interessado na verdade, na realidade, deve questionar tudo, mesmo a sua própria vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Ter sempre seu Guru no coração e lembrar-se de suas instruções – isto é ser fiel à verdade.</p>
<p style="text-align: justify;">A ilusão de ser corpo-mente está aí apenas porque não é investigada. A não investigação é a fina linha sobre a qual todos os estados da mente são alinhavados. Todos os estados da mente, todos os nomes e formas da existência têm suas raízes na não inquirição, na não investigação, na imaginação e na credulidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando estamos absorvidos em outras coisas, no não-Ser, esquecemos do Ser.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Sadhana</em> (prática) consiste em lembrar a si mesmo obrigatoriamente da própria pura existência, de não ser nada em particular, nem uma soma de particulares, nem mesmo a totalidade dos particulares que formam o universo.</p>
<p style="text-align: justify;">Apego é escravidão, desapego é liberdade. Necessitar é escravizar-se.</p>
<p style="text-align: justify;">Aquele estado imóvel, que não é afetado pelo nascimento e morte de um corpo ou de uma mente – aquele estado você deve perceber.</p>
<p style="text-align: justify;">Deixe de lado seus desejos e medos, dê sua total atenção ao sujeito, aquele que está por trás da experiência do desejo e do medo. Pergunte: Quem deseja? Deixa cada desejo levá-lo de volta a você mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">O desejo de encontrar o Eu será certamente realizado, desde que você não queira mais nada. Mas você deve ser honesto consigo mesmo e realmente não desejar mais coisa alguma. Se, neste meio tempo, você desejar muitas outras coisas e estiver engajado em consegui-las, seu principal propósito pode ser adiado até que você fique mais sábio e cesse de ficar dividido entre necessidades contraditórias.</p>
<p style="text-align: justify;">Seja qual for o trabalho que você tenha assumido – complete-o. Não comece novas tarefas, a menos que seja chamado por uma situação concreta de sofrimento e de alívio do sofrimento. Encontre-se primeiro e infinitas bênção se seguirão. Não há lucro maior para o mundo do que o abandono do lucro. O homem que não pensa mais em termos de perdas e ganhos é verdadeiramente o homem não violento, pois ele está além de todo conflito.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando você tiver entendido que toda a existência, na separação e limitação, é dolorosa, e quando você quiser e for capaz de viver integralmente, em unidade com toda a vida enquanto puro ser, você estará além da necessidade de ajuda.</p>
<p style="text-align: justify;">O fim da dor não está no prazer. Quando você percebe que está além tanto da dor quanto do prazer, distante e inatacável, então a luta pela felicidade cessa e a tristeza resultante também. Pois a dor anseia pelo prazer e o prazer termina em dor, incessantemente.</p>
<p style="text-align: justify;">O que é nascimento e morte a não ser o começo e o fim de uma sequência de eventos na consciência? Por causa da idéia de separação e limitação eles são dolorosos. O alivio momentâneo da dor chamamos prazer – e construímos castelos no ar, na esperança de um prazer sem fim, a que chamamos de felicidade. Tudo isto é mal entendido e mal utilizado. Acorde, vá além, viva realmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Desassocie o seu ser deste corpo de nascimento e morte e todos os seus problemas serão resolvidos. Eles existem porque você acredita que nasceu para morrer. Liberte-se da ilusão e seja livre. Você não é uma pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">Apenas olhe e lembre-se: o que quer que você perceba não é você, nem é seu. Aquilo está lá no campo da consciência, mas você não é o campo e seus conteúdos, nem mesmo o conhecedor do campo. Simplesmente olhe para qualquer coisa que aconteça e saiba que você está além disso.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo o que você precisa fazer é parar de considerar-se como estando dentro do campo da consciência.</p>
<p style="text-align: justify;">Não desperdice energia e tempo em arrependimentos. Aprenda com os seus erros e não os repita.</p>
<p style="text-align: justify;">O corpo existe no tempo e no espaço, transitório e limitado, enquanto que seu morador é infinito, eterno e a tudo permeia. Identificar um com o outro é um erro doloroso e a causa de um sofrimento sem fim.</p>
<p style="text-align: justify;">Por que brincar com as idéias? Contente-se com o que você tem certeza. E a única coisa da qual você pode ter certeza é “Eu sou”. Fique com isto e rejeite todo o resto. Isto é Yoga.</p>
<p style="text-align: justify;"><code><br />
</code></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Maha Yoga &#8211; Parte IV</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 03:11:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>niraj</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Trechos de ensinamentos de Sri Ramana Maharshi tirados do livro Maha Yoga.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<h1 style="text-align: center;">A Maha Yoga de Sri Ramana</h1>
<h3 style="text-align: center;">Parte IV</h3>
<p><code><br />
</code></p>
<p><code> </code> <a href="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2011/06/maha_yoga.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1727" title="maha_yoga" src="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2011/06/maha_yoga.jpg" alt="" width="175" height="272" /></a> <code> </code></p>
<p style="text-align: justify;">Os trechos a seguir foram retirados do Capítulo XII do livro Maha Yoga, que já foi traduzido pelo Prof. Hermógenes e publicado no Brazil na década de 1950. Fizemos uma nova tradução do texto e há possibilidade de publicação neste ano (2011). Os trechos abaixo são provenientes da nova tradução. Em negrito são os subtítulos colocados pelo autor (K. Lakshmana Sarma) e, entre aspas (e em itálico), os ensinamentos do Maharshi.</p>
<p><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: center;">*************************************************************************</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DEVEMOS CONDENAR O DVAITA?</strong> “Dvaita<a title="" href="#_ftn1"><em><strong>[1]</strong></em></a><em> consiste em (erroneamente) identificar o Ser como o não ser. </em>Advaita<em> é deixar de fazer isso.</em>”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>HEROÍSMO.</strong> “<em>Quando o eu surge, torna-se ele mesmo o sujeito e o objeto. Quando o eu não surge (enquanto ego) não há sujeito nem objeto. Para o discípulo maduro, nada mais precisa ser dito. Sabendo isso, ele volta sua mente para o interior, afastando-a de tudo que é externo. Para poder fazê-lo, deve-se ser um herói (Dhira). Mas, que heroísmo é necessário para encontrar a Si mesmo? ‘Dhi’ significa mente e ‘ra’ quer dizer evitar que as energias mentais se desgastem em correntes de pensamentos. Quem pode deter o fluxo dos pensamentos e voltar a mente para o seu íntimo é um Dhira.</em>”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>AUMENTO DE CONHECIMENTO RELATIVO. </strong>Quando alguém quis saber sobre suas vidas passadas, o Sábio disse: “<em>Mesmo com o conhecimento da vida presente você não é feliz. O conhecimento de suas vidas passadas só aumentará sua infelicidade. Todo esse conhecimento é apenas uma carga para a mente.</em>”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O SER É A TESTEMUNHA?</strong><em> </em>“<em>A ideia do Ser como uma Testemunha está na mente. Pode ser útil para auxiliar a aquietar a agitação mental, mas não é a Verdade absoluta do Ser. A testemunha está relacionada à coisa testemunhada, Tanto a testemunha como a coisa testemunhada são criações mentais.”</em></p>
<p>“<em>Ausência de Ego, Amor, o Espírito Santo e o Espírito, são todos os nomes de uma única coisa: o Ser.</em>”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FELICIDADE</strong>. “<em>Buscar a felicidade enquanto identificando o Ser com o corpo é como tentar atravessar um rio nas costas de um crocodilo. Quando o ego surge, a mente se separa da Fonte, o Ser, e fica inquieta, como uma pedra atirada no ar, ou como as águas de um rio. Quando a pedra ou o rio atingem o seu lugar de origem – o chão ou o oceano, respectivamente – elas cessam o movimento. Assim, também a mente descansa e é feliz quando retorna à Fonte e Nela repousa. Como a pedra e o rio voltam infalivelmente ao ponto de partida, assim também a mente inevitavelmente retornará – algum dia – à sua Fonte.</em>” Dessa forma, existe a promessa de que todos alcançarão a Meta.</p>
<p>“<em>Felicidade é a sua própria Natureza. Portanto, não é errado desejá-la. O que é errado é procurá-la externamente, porque ela está dentro de você.</em>”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SAMADHI E ÊXTASE.</strong> “<em>No </em>Samadhi<em> em si há apenas a Paz perfeita. O êxtase advém quando a mente revive com o término do </em>Samadhi<em>, com a lembrança da Paz do </em>Samadhi<em>. Na devoção o êxtase é anterior. Manifesta-se por meio de lágrimas de alegria, pelos cabelos ficarem em pé, e pela voz vacilante. Quando o ego finalmente morre e se alcança o </em>Sahaja<em>, esses sintomas e os êxtases cessam. Não há êxtase ao despertar do sono, porque </em>Samadhi<em> é sono no estado de vigília.</em>”</p>
<p>“<em>Buda estava interessado apenas em instruir seus discípulos em como alcançar a Felicidade permanente. Recusava-se a responder a perguntas – que se baseavam na ignorância dos interlocutores – sobre Deus e outros assuntos. Por isso foi depreciado como niilista, </em>sunyavadi<em>.</em>”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O SÁBIO QUE DIRIGIA UM REINO.</strong> Pergunta: “Como pôde Janaka dirigir seu Reino, sendo um Iluminado?” Resposta: “<em>Janaka fez essa pergunta? Ela não surge no Estado do Conhecimento Correto. Só surge na ignorância.</em>” O interlocutor: “Provavelmente ele considerava suas atividades como um sonho.” O Sábio: “<em>Essa explicação também está na ignorância.</em>”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PURIFICAÇÃO DA MENTE.</strong> “A Experiência do Ser (<em>Jnana</em>) por si só purificará a mente.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ANIQUILAÇÃO DO KARMA.</strong> “<em>Quanto mais se poda uma planta, mais ela cresce. Igualmente, quanto mais se procura aniquilar o Karma, mais ele aumenta. Você deve procurar </em>a raiz do Karma<em>, o ego, e destruí-la.</em>”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SOBRE BRAHMACHARYA.</strong> “Brahmacharya<em> (abstinência sexual) não pode ser estabelecida por simples força de vontade. O verdadeiro </em>Brahmacharya<em> não é externo. É viver em </em>Brahman<em>, a Realidade. Alcançada esta, o outro virá por si só.</em>”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MENTE SÃ, EM CORPO SÃO.</strong> “<em>Se você continuar com a ideia de que a saúde do corpo é necessária à saúde da mente, não haverá fim para o cuidado com o corpo.</em>”</p>
<p>A ideia dos <em>Hatha-Yogis </em>de preparar o corpo para a prática dos métodos para alcançar a Libertação, fazendo-o durar por tempo incrivelmente longo, é ridícula. Justificam-na comparando o corpo a uma tela, que tem de ser preparada para ser pintada. O Sábio Ramana disse: “<em>O que é a tela e o que é a pintura? O Ser é a tela, e o corpo e o mundo são a pintura. E o que precisamos para conscientizarmo-nos do Ser é apagar a pintura.<a title="" href="#_ftn2"><strong>[2]</strong></a></em>” Dessa forma, o <em>Hatha Yoga </em>não é necessário ao discípulo <em>maduro</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CONTROLE DA MENTE.</strong> “<em>Para acalmar os incessantes movimentos da tromba do elefante, o condutor lhe dá uma corrente pesada para segurar. Assim também, para controlar a divagação da mente, devemos ocupá-la da melhor forma possível; caso contrário ela se envolverá em alguma tarefa inconveniente. A melhor de todas as ocupações a dar à mente é engajá-la na busca de sua própria Fonte. A segunda melhor é a meditação ou o </em>japa<em>.</em>”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>JEJUM PARA O PROGRESSO ESPIRITUAL.</strong> “<em>O jejum deve ser essencialmente mental. A simples abstinência de alimentos não trará proveitos – isso até mesmo transtornará a mente. O progresso espiritual vem mais pelo controle da alimentação. Mas, se durante um mês de jejum, a perspectiva espiritual for mantida, então em cerca de dez dias após o jejum ser quebrado (se corretamente quebrado e seguido de alimentação criteriosa) a mente tornar-se-á pura e uniforme, e assim permanecerá.</em>”</p>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<hr align="left" size="1" width="33%" />
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref1">[1]</a> Filosofia de interpretação do Vedanta (a parte final dos Vedas, onde se encontram os Upanishads) que postula uma dualidade essencial.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref2">[2]</a> Ou seja, voltar a mente para dentro, para o Ser (Pura Consciência), quando então não mais será percebida a existência de um corpo ou mundo como algo real, exterior, com existência própria. [N.T.]</p>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Navnath Sampradaya</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 14:37:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>niraj</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Texto sobre a linhagem Navnath Sampradaya, de Sri Nisargadatta Maharaj e Ranjit Maharaj.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<div>
<p>Texto sobre a linhagem Navnath Sampradaya, de Sri Nisargadatta Maharaj e Ranjit Maharaj.</p>
<div>
<p><object id="ca7aa6c9-7417-7615-4da2-2777c35c9f55" style="width: 420px; height: 297px;" width="320" height="240" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="menu" value="false" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf" /><param name="flashvars" value="mode=mini&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=111214143021-d83677b7e76c4e4491f91262eb755d1a" /><embed id="ca7aa6c9-7417-7615-4da2-2777c35c9f55" style="width: 420px; height: 297px;" width="320" height="240" type="application/x-shockwave-flash" src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf" allowfullscreen="true" menu="false" wmode="transparent" flashvars="mode=mini&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=111214143021-d83677b7e76c4e4491f91262eb755d1a" /></object></p>
<div style="width: 420px; text-align: left;"><a href="http://issuu.com/omniraj/docs/_navnath_sampradaya_pt?mode=window&amp;backgroundColor=%23222222" target="_blank">Open publication</a> &#8211; Free <a href="http://issuu.com" target="_blank">publishing</a> &#8211; <a href="http://issuu.com/search?q=autoinquiricao" target="_blank">More autoinquiricao</a></div>
</div>
<div style="width: 420px; text-align: left;">Para baixar este texto, <a href="http://issuu.com/omniraj/docs/_navnath_sampradaya_pt" target="_blank">clique aqui</a>.</div>
</div>
</div>
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		<title>Aplicativos para iPhone e iPad com ensinamentos Advaita</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 01:25:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Notícia sobre o lançamento de aplicativos para iPhone e iPad com ensinamentos de Sri Ramana Maharshi, em parceria com iKoan Mobile Development (www.ikoan.net).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><code><br/></code></p>
<p><code><br/></code></p>
<h1></h1>
<h1 style="text-align: center;">Ensinamentos Advaita na era digital</h1>
<p><code><br/></code></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2011/08/iphone4_v_IMG_4837.png"><img class="size-large wp-image-1754 aligncenter" title="iphone4_v_IMG_4837" src="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2011/08/iphone4_v_IMG_4837-614x1024.png" alt="" width="176" height="295" /></a><a href="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2011/08/iphone4_v_IMG_4839.png"><img class="aligncenter" title="iphone4_v_IMG_4839" src="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2011/08/iphone4_v_IMG_4839-614x1024.png" alt="" width="176" height="295" /></a><a href="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2011/08/iphone4_v_IMG_4843.png"><img class="aligncenter" title="iphone4_v_IMG_4843" src="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2011/08/iphone4_v_IMG_4843-614x1024.png" alt="" width="176" height="295" /></a></p>
<p><code><br/></code></p>
<p style="text-align: justify;">É com prazer que anunciamos que, em parceria com a iKoan Mobile Development (<a href="http://www.ikoan.net/">www.ikoan.net</a> e @iKoanDev), foi desenvolvido o primeiro aplicativo para iPhone e iPad com ensinamentos e fotos do mestre Ramana Maharshi. São trezentas citações-ensinamentos do mestre e 28 fotos, sempre na palma da sua mão, para você buscar inspiração a qualquer momento do seu dia.</p>
<p style="text-align: justify;">O aplicativo chama-se<em> iRamana Quotes</em> e pode ser baixado na App Store no iTunes do seu computador, ou diretamente no seu iPhone ou iPad, pelo preço de USD 2,99.</p>
<p style="text-align: justify;">Em breve serão lançados outros aplicativos de ensinamentos Advaita nesse novo meio digital &#8211; que tanto cresce -, entre eles de frases do Ashtavakra Gita, Avadhuta Gita, bem como de ensinamentos do Mooji e Nisargadatta Maharaj, todos em parceria com a <a href="http://www.ikoan.net" target="_blank">iKoan</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Link do aplicativo no iTunes: <a href="http://itunes.apple.com/app/iramana-quotes/id455693939?mt=8">http://itunes.apple.com/app/iramana-quotes/id455693939?mt=8</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Vídeo do aplicativo: <a href="http://www.youtube.com/ikoandev" target="_blank">www.youtube.com/ikoandev</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você tem sugestões para outros aplicativos, ou já tem ensinamentos selecionados para a formação de futuros aplicativos, mande-nos um email (<a href="mailto:omniraj@gmail.com">omniraj@gmail.com</a>).</p>
<p><code><br/></code></p>
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]]></content:encoded>
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		<title>Site com textos do Ramana</title>
		<link>http://advaita.com.br/2011/04/10/site-com-textos-do-ramana/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Apr 2011 02:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>niraj</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Indicação de um site em português com textos de Ramana Maharshi.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><code><br />
</code></p>
<h1 style="text-align: center;">Site com textos do Ramana</h1>
<p><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Screen-shot-2011-04-10-at-10.41.00-PM.png"><img class="aligncenter size-large wp-image-1704" title="Screen shot 2011-04-10 at 10.41.00 PM" src="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Screen-shot-2011-04-10-at-10.41.00-PM-1024x254.png" alt="" width="491" height="122" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: justify;">Por indicação de uma amiga tomamos conhecimento do site da associação espiritualista <a href="http://www.aluznocaminho.org.br/novo/" target="_blank">A Luz no Caminho</a>, uma associação dedicada a promulgar os ensinamentos de Sri Ramana Maharshi e a fraternidade entre os homens. O site contém também uma sessão de livros à venda que, pelo que se têm conhecimento, tratam-se de digitações de traduções feitas de textos do Maharshi nos anos 70 por um grupo do Rio de Janeiro chamado &#8220;Grupo Arunachala&#8221;. Uma boa fonte de referência.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembramos que, dos livros lá listados, os títulos &#8220;O Evangelho de Sri Ramana Maharshi&#8221;, &#8220;Autoinvestigação: Quem sou eu?&#8221;, &#8220;Jóias de Sri Ramana Maharshi&#8221;, &#8220;Bhagavan Ramana&#8221;, &#8220;Ensinamentos Espirituais&#8221;, &#8220;Os Ensinamentos de Bhagavan em suas próprias palavras&#8221; &#8211; também já foram impressos oficialmente no Brasil (como partes dos livros n. 4, 5 e 6 da <a href="http://advaita.com.br/ramana-maharshi/livros-em-portugues/" target="_blank">seguinte lista</a>).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><code><br />
</code></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Entrevista com David Godman</title>
		<link>http://advaita.com.br/2010/11/14/entrevista-com-david-godman/</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Nov 2010 18:09:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>niraj</dc:creator>
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		<description><![CDATA[David Godman fala sobre seus encontros com os mestres Ramana Maharshi, Papaji, Nisargadatta Maharaj, Lakshmana Swami e Saraddama. Um belo texto recheado de ensinamentos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><code><br />
</code></p>
<h1 style="text-align: center;">Entrevista com David Godman</h1>
<p><code><br />
</code></p>
<p><a href="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2010/11/Papaji-e-David-Godman.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1582" title="Papaji e David Godman" src="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2010/11/Papaji-e-David-Godman.jpg" alt="" width="400" height="274" /></a></p>
<p><code><br />
</code></p>
<h4 style="text-align: justify;">David Godman &#8211; autor de diversos livros sobre Bhagavan e seus discípulos &#8211; conta sua história de busca espiritual na Índia e encontro com Ramana Maharshi, Papaji, Nisargadatta Maharaj, Lakshmana Swamy e Saradamma. Um relato recheado de ensinamentos e detalhes interessantes.</h4>
<p>[Trecho:]</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>DG</em></strong><em>: Quando a ausência de ego acontece, não há ninguém que possa se estabilizar ou perder a experiência. Essas experiências surgem e desaparecem. Elas aparecem porque as </em><em>vasanas </em><em>[tendências latentes] da mente reafirmam a si mesmas. Quando elas surgem e tomam conta, você retoma a prática novamente. Esta é a prescrição clássica do Gita, e é também o que Ramana ensinou. Permaneça desperto, permaneça atento, e quando você pegar a mente se distraindo, traga-a de volta para a sua fonte.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><code><br />
</code></p>
<div><object style="width: 420px; height: 297px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100" height="100" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="menu" value="false" /><param name="src" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v1/IssuuViewer.swf?mode=embed&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Fcolor%2Flayout.xml&amp;backgroundColor=CCCCCC&amp;showFlipBtn=true&amp;documentId=101114175720-0e04db9f009e4f4e91e502f4adc7b7bc&amp;docName=entrevista_com_david_godman__trad._ana_l_cia_&amp;username=omniraj&amp;loadingInfoText=Entrevista%20com%20David%20Godman&amp;et=1289758011978&amp;er=26" /><param name="flashvars" value="mode=embed&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Fcolor%2Flayout.xml&amp;backgroundColor=CCCCCC&amp;showFlipBtn=true&amp;documentId=101114175720-0e04db9f009e4f4e91e502f4adc7b7bc&amp;docName=entrevista_com_david_godman__trad._ana_l_cia_&amp;username=omniraj&amp;loadingInfoText=Entrevista%20com%20David%20Godman&amp;et=1289758011978&amp;er=26" /><embed style="width: 420px; height: 297px;" type="application/x-shockwave-flash" width="100" height="100" src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v1/IssuuViewer.swf?mode=embed&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Fcolor%2Flayout.xml&amp;backgroundColor=CCCCCC&amp;showFlipBtn=true&amp;documentId=101114175720-0e04db9f009e4f4e91e502f4adc7b7bc&amp;docName=entrevista_com_david_godman__trad._ana_l_cia_&amp;username=omniraj&amp;loadingInfoText=Entrevista%20com%20David%20Godman&amp;et=1289758011978&amp;er=26" flashvars="mode=embed&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Fcolor%2Flayout.xml&amp;backgroundColor=CCCCCC&amp;showFlipBtn=true&amp;documentId=101114175720-0e04db9f009e4f4e91e502f4adc7b7bc&amp;docName=entrevista_com_david_godman__trad._ana_l_cia_&amp;username=omniraj&amp;loadingInfoText=Entrevista%20com%20David%20Godman&amp;et=1289758011978&amp;er=26" menu="false" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="width: 420px; text-align: left;"><a href="http://issuu.com/omniraj/docs/entrevista_com_david_godman__trad._ana_l_cia_?mode=embed&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Fcolor%2Flayout.xml&amp;backgroundColor=CCCCCC&amp;showFlipBtn=true" target="_blank">Open publication</a> &#8211; Free <a href="http://issuu.com" target="_blank">publishing</a> &#8211; <a href="http://issuu.com/search?q=yoga" target="_blank">More yoga</a></div>
<div style="width: 420px; text-align: left;">Para fazer download desse texto, <a href="http://issuu.com/omniraj/docs/entrevista_com_david_godman__trad._ana_l_cia_" target="_blank">clique aqui</a>.</div>
</div>
<p><code><br />
</code></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Esquecer tudo é o meio supremo</title>
		<link>http://advaita.com.br/2010/11/07/esquecer-tudo-e-o-meio-supremo/</link>
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		<pubDate>Sun, 07 Nov 2010 22:58:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>niraj</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ensinamentos retirados da obra Advaita Bodha Deepika sobre a natureza da mente e o meio de transcendê-la.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p><code><br />
</code></p>
<h1 style="text-align: center;">Esquecer tudo é o meio supremo</h1>
<p><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2010/11/OM-artistic.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1565" title="OM artistic" src="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2010/11/OM-artistic.jpg" alt="" width="350" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>M:</strong><em> </em>Sábio filho, abandone a mente – o atributo limitador que origina a individualidade, assim causando a grande enfermidade de repetidos nascimentos e mortes – e realize <em>Brahman.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em><strong>D:</strong><em> </em>Mestre, como se pode extinguir a mente? Não é muito difícil? Não é a mente muito vigorosa, inquieta e sempre vacilante? Como se pode renunciar à mente?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>M:</strong><em> </em>Abandonar a mente é muito fácil, tão fácil quanto amassar uma flor delicada, tirar um fio de cabelo da manteiga ou piscar os olhos. Não tenha dúvida. Para um buscador resoluto, senhor de si e não enfeitiçado pelos sentidos, que pelo intenso desapaixonamento se tornou indiferente aos objetos externos, não pode haver a menor dificuldade em abandonar a mente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>D:</strong><em> </em>Como pode ser tão fácil?</p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em><strong>M:</strong> A questão da dificuldade só surge quando há uma mente a ser renunciada. Verdadeiramente falando, não existe mente. Quando lhe dizem: “Aqui tem um fantasma”, a criança ignorante é levada a acreditar na existência do fantasma inexistente, ficando sujeita ao medo, ao sofrimento e aos incômodos. Da mesma forma no imaculado <em>Brahman</em>, ao imaginar coisas que não existem – como isto e aquilo – uma falsa entidade conhecida como <em>mente </em>surge como algo aparentemente real, funcionando como isto e aquilo e mostrando-se incontrolável e poderosa ao incauto; porém, para o buscador senhor de si e dotado de discernimento, conhecedor da natureza da mente, ela é fácil de ser abandonada. Só um tolo, ignorante da natureza da mente, diz que é muito difícil.</p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em><strong>D:</strong><em> </em>Qual é a natureza da mente?</p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em><strong>M:</strong><em> </em>Pensar nisto e naquilo. Na ausência de pensamento, não existe mente. Extinguindo-se os pensamentos, a mente permanecerá apenas em nome, tal como o chifre de uma lebre; desaparecerá como uma não entidade, como o filho de uma mulher estéril, o chifre de uma lebre, ou uma flor no céu. Isto também é mencionado no <em>Yoga Vasishta.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em><strong>D:</strong><em> </em>Como?</p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em><strong>M:</strong> <em>Vasishta </em>diz: “<em>Ouve, ó Rama, nada há chamado ‘mente’. Assim como o espaço existe sem forma, também a mente existe como um vazio inanimado. Permanece apenas como nome; ela não tem forma. Não está no exterior, nem no coração. Entretanto, como o espaço, a mente, embora não tenha forma, preenche tudo.</em>”</p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em><strong>D:</strong> Como pode ser assim?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>M:</strong><em> </em>Onde quer que o pensamento surja como isto e aquilo, lá estará a mente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>D:</strong> Se existe mente onde quer que haja pensamento, mente e pensamento são diferentes?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>M:</strong><em> </em>O pensamento é o sinal da mente. Quando surge um pensamento, pressupõe-se uma mente. Na ausência de pensamentos, não pode haver mente. Portanto, a mente nada mais é do que pensamento. O pensamento é, em si, a mente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>D:</strong> O que é “pensamento”?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>M:</strong><em> </em>“Pensamento” é imaginação. O estado livre de pensamentos é a Suprema Bem-aventurança (<em>Sivasvarupa</em>)<em>. </em>Os pensamentos são de dois tipos: a evocação de coisas experienciadas e não experienciadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>D:</strong><em> </em>Para começar, por favor diga-me o que é “pensamento”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>M:</strong><em> </em>Os sábios dizem que nada mais é do que pensar em qualquer objeto externo como isto ou aquilo, é ou não é, deste ou daquele jeito, etc.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>D:</strong><em> </em>Como isto pode ser classificado sob o título de coisas experienciadas e não experienciadas?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>M:</strong><em> </em>Dos objetos dos sentidos (como o som, etc.) já experienciados – como “eu vi”, “eu ouvi”, “eu toquei”, etc. – pensar neles como tendo sido vistos, ouvidos e tocados é evocar coisas já experienciadas. Trazer à mente objetos dos sentidos não experienciados é o pensamento sobre coisas não experienciadas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">[...]</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>D:</strong><em> </em>Como, então, é possível extinguir a mente?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>M:</strong><em> </em>Esquecer tudo é o meio supremo. O mundo não surge, a não ser pelo pensamento. Não pense e o mundo não surgirá. Quando nada surge na mente, a própria mente é perdida. Portanto, não pense em nada; esqueça tudo. Este é o melhor modo de matar a mente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>D:</strong><em> </em>Alguém já disse isto antes?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>M:</strong><em> Vasishta</em> assim falou a <em>Rama</em>:</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify; padding-left: 120px;"><em>Vasishta: </em>Elimine os pensamentos de todos os tipos – de coisas apreciadas, não apreciadas, ou outras. Como a madeira, ou a pedra, permaneça livre de pensamentos.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 120px;"><em>Rama:</em> Devo eu esquecer tudo, completamente?</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 120px;"><em>Vasishta:</em> Exatamente, esqueça tudo completamente e permaneça como a madeira ou a pedra.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 120px;"><em>Rama:</em> O resultado será a estagnação, como a das pedras ou da madeira.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 120px;"><em>Vasishta:</em> Não é assim. Tudo isso é apenas ilusão. Esquecendo a ilusão, você estará livre dela. Embora pareça estar estagnado, você será a própria Beatitude. O seu intelecto ficará inteiramente claro e aguçado. Sem se embaraçar na vida mundana, mas parecendo ativo aos outros, permaneça como a própria Beatitude de <em>Brahman </em>e seja feliz. Diferentemente da cor azul do céu, não permita que a ilusão do mundo renasça no puro Espaço do Ser-Consciência. Esquecer essa ilusão é o único modo de matar a mente e permanecer como Bem-aventurança. Mesmo que <em>Shiva, Vishnu </em>ou o Próprio<em> Brahman</em> sejam seus mestres, a realização não é possível sem este meio. Sem esquecer tudo é impossível estabelecer-se enquanto Ser. Portanto, esqueça tudo, inteiramente.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>D:</strong><em> </em>Não é muito difícil?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>M:</strong><em> </em>Embora seja difícil para o ignorante, é muito fácil para os poucos que discernem. Nunca pense em nada, exceto no <em>Brahman </em>único e ininterrupto<em>. </em>Praticando isso longamente, você esquecerá facilmente o não-Ser. Não pode ser difícil ficar quieto, sem pensar em nada. Não deixe nenhum pensamento surgir na mente; pense sempre em <em>Brahman. </em>Assim, todos os pensamentos mundanos desaparecerão e só restará o pensamento de <em>Brahman. </em>Quando isso se tornar firme, esqueça até mesmo isso e, sem pensar “eu sou <em>Brahman”, </em>seja o próprio <em>Brahman. </em>Não pode ser difícil de praticar.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, meu sábio filho, siga este conselho: pare de pensar em qualquer outra coisa que não seja <em>Brahman. </em>Com esta prática, a sua mente será extinta; você esquecerá tudo e permanecerá puramente como <em>Brahman.</em></p>
<p style="text-align: justify;">
<p><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: justify;">[Trechos de ensinamentos retirados do livro <em><a href="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Advaita-Bodha-Deepika.pdf" target="_blank">Advaita Bodha Deepika</a></em>, Capítulo VIII, "A Extinção da Mente" (<em>manonasa</em>).]</p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
</em></p>
<p><code><br />
</code></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Abra seu próprio livro &#8211; Papaji</title>
		<link>http://advaita.com.br/2010/10/12/abra-seu-proprio-livro-papaji/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Oct 2010 02:30:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>niraj</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ensinamentos]]></category>
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		<description><![CDATA[Abra Seu Próprio Livro Papaji Tudo o que você precisa fazer é aquietar a mente. Existem duas maneiras de aquietar a mente: uma é através da inquirição, que é adequada a uma pequena quantidade de pessoas qualificadas; e a outra é através do yoga, que inclui concentração, meditação e outras práticas. Primeiro você precisa da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><code><br />
</code></p>
<h1 style="text-align: center;">Abra Seu Próprio Livro</h1>
<h3 style="text-align: center;">Papaji</h3>
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<p><a href="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Papaji-with-garlands-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1392" title="Papaji with garlands 2" src="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Papaji-with-garlands-2.jpg" alt="" width="263" height="192" /></a></p>
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<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Tudo o que você precisa fazer é aquietar a mente. Existem duas maneiras de aquietar a mente: uma é através da inquirição, que é adequada a uma pequena quantidade de pessoas qualificadas; e a outra é através do yoga, que inclui concentração, meditação e outras práticas.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro você precisa da capacidade de discernir o real do irreal, para abraçar o que é real e aderir a isso. Rejeite o que é irreal e falso. A fascinação com estudo, karma, peregrinações ou imersões em águas sagradas não irá ajudá-lo. Aprender todos os Vedas, todos os sutras, como um papagaio, não irá ajudá-lo. Nenhum presente, austeridade ou caridade irá ajudá-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais importante do que qualquer coisa é o desejo ardente pela liberdade. Isso em si é o suficiente. Se você tem este desejo ardente, você será conduzido ao <em>Satsang</em>. <em>Satsang</em> significa ficar silencioso, aquietar a mente, trazê-la de volta ao centro sempre que ela se exteriorizar. Se não conseguir fazer isso sozinho, então procure um professor aperfeiçoado, porém não cometa nenhum erro.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando você vai às compras, você tem livre escolha sobre o que comprar; você também tem essa mesma liberdade ao selecionar um professor. No supermercado você escolhe, “Eu não quero isto, eu não quero aquilo, isto é bom, aquilo não é bom.” Você tem liberdade de escolha, nenhuma barganha pode ser feita. Sua vida humana e sua iluminação está em uma mão, e desperdiçar sua vida com alguém incompetente para liberar você está na outra.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguém veio a mim dizendo, “Eu fui a muitos professores sem encontrar a iluminação, e finalmente descobri que meu próprio mestre atual não é iluminado. Ele me iniciou e agora está me enchendo com todos os tipos de medos. Ele diz que se você abandonar o professor, você terá que ir ao inferno. Encontrei alguém que me orientou a vir aqui. Estou aqui para ser iluminado. Meu guru é muito amoroso, ele não está escondendo nada de mim; ele me ensina com grande amor. Ele me ensinou todas as escrituras, que agora decorei, mas está me faltando a liberdade. Eu percebi que minha mente não está livre, e não está silenciosa. Mas agora eu sei que estou no caminho certo e que de alguma maneira estou aqui para ajudar meu professor. Após a iluminação, vou iluminar meu professor.” Eu nunca tinha ouvido falar de um estudante determinado a  iluminar seu professor antes!</p>
<p style="text-align: justify;">Se você está pendendo para a liberdade – determinado a ganhar a liberdade nesta vida, este ano, este mês, hoje, agora – você terá que fazer uma escolha. Qualquer coisa irá vir à tona na mente para sabotar você. Encontre as melhores maneiras de aquietar a mente. No instante em que a mente é aquietada, há meditação. A meditação tem que ser ininterrupta, permanente, e não apenas sentar uma hora por dia. Não significa repetir o pensamento “Eu tenho que ser livre.” Significa estar centrado no Ser, que é a única realidade; tudo o mais é falso. É preciso haver uma forte compreensão em sua mente. Não é difícil quando você descobre a habilidade de discernir o que é real do que é irreal. Prazeres dos sentidos podem tentar distraí-lo, as religiões podem prometer prazeres no céu após a morte, mas você terá que abandonar todas essas coisas. Abandone estudar qualquer livro; isso não ajuda. Agora abra seu próprio livro pela primeira vez. Abra seu próprio livro e permaneça em silêncio.</p>
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</code></p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Pérolas de Sabedoria&#8221; já está disponível para compra!</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 16:43:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>niraj</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Informações sobre como comprar o livro "Pérolas de Sabedoria - Vida e Ensinamentos de Sri Ramana Maharshi".]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><code><br />
</code></p>
<h1 style="text-align: center;">Novo livro do Bhagavan já disponível para compra</h1>
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</code></p>
<p>Informamos que livro &#8220;Pérolas de Sabedoria &#8211; Vida e Ensinamentos de Sri Ramana Maharshi&#8221; já está disponível para compra no site da Editora Teosófica, <a href="http://www.editorateosofica.com.br/et/verproduto.asp?Codigo=200" target="_blank">neste link</a>.</p>
<p>Para mais informações sobre o livro leia o nosso <a href="http://advaita.com.br/2010/09/23/novo-livro-do-ramana-em-portugues/">post anterior</a>.</p>
<p>Uma lista completa dos livros do Maharshi em português também pode ser encontrada <a href="http://advaita.com.br/ramana-maharshi/livros-em-portugues/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Capa-perolas-de-sabedoria-para-site.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1432" title="Capa perolas de sabedoria (para site)" src="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Capa-perolas-de-sabedoria-para-site.jpg" alt="" width="344" height="526" /></a></p>
<p><code><br />
</code></p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Ilusão da Sobreposição, segundo o Advaita</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Oct 2010 01:30:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>niraj</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Trecho do livro Advaita Bodha Deepika sobre a natureza da sopreposição.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><code><br />
</code></p>
<h1 style="text-align: center;">A Ilusão da Sobreposição</h1>
<h4 style="text-align: center;">Como o <em>samsara</em> e mundo manifesto objetivo são irreais, segundo o Advaita</h4>
<p><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Cover-of-book.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1441" title="Cover of book" src="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Cover-of-book.jpg" alt="" width="237" height="385" /></a></p>
<p><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: justify;">[Os seguintes textos foram extraídos do primeiro capítulo do livro <em>Advaita Bodha Deepika </em>, um dos livros altamente considerados por <a href="http://advaita.com.br/ramana-maharshi/" target="_blank">Sri Ramana Maharshi</a>, e que está sendo traduzido ao português. Veja o ebook em inglês, disponível <a href="http://advaita.com.br/advaita-vedanta/textos/" target="_blank">neste site</a>.]</p>
<p style="text-align: justify;"><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: justify;">7. Grandemente afligido pelos três tipos de sofrimento <em>(tapa-traya), </em>buscando intensamente libertar-se da escravidão, de modo a ficar livre desta dolorosa existência, um discípulo, distinto pela longa prática da <em><a href="http://advaita.com.br/advaita-vedanta/" target="_blank">sadhana quádrupla</a>, </em>aproxima-se de um mestre de valor e implora:</p>
<p style="text-align: justify;">8-12. Senhor, mestre, oceano de misericórdia, entrego-me ao senhor! Imploro-lhe que me salve!</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Mestre: </em>Salvá-lo do quê?</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Discípulo: </em>Do temor de nascimentos e mortes repetitivos.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Mestre: </em>Saia do <em>samsara </em>e não tema.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Discípulo: </em>Sendo incapaz de atravessar o vasto oceano do <em>samsara, </em>temo os nascimentos e mortes recorrentes. Assim, entreguei-me ao senhor. Cabe ao senhor me salvar!</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Mestre: </em>O que posso fazer por você?</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Discípulo: </em>Salvar-me. Não tenho outro refúgio. Assim como a água é a única coisa que apaga o fogo quando a cabeça de alguém está em chamas, também um sábio como o senhor é o único refúgio das pessoas como eu, que ardem com os três tipos de sofrimento. O senhor está livre da ilusão do <em>samsara, </em>possui a mente calma e está profundamente mergulhado na incomparável Beatitude de <em>Brahman</em>, que não tem começo nem fim. Certamente pode salvar esta pobre criatura. Imploro-lhe que o faça!</p>
<p style="text-align: justify;"><em> Mestre: </em>E que tenho eu a ver com o seu sofrimento?</p>
<p style="text-align: justify;"><em> Discípulo: </em>Santos como o senhor não suportam ver os outros sofrerem, como um pai não suporta ver seu filho sofrer. É sem interesse o seu amor por todos os seres. O senhor é o <em>Guru</em> comum a todos, o único barco que nos leva através do oceano do <em>samsara.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> Mestre: </em>Então, o que o faz sofrer?</p>
<p style="text-align: justify;"><em> Discípúlo: </em>Tendo sido picado pela cruel serpente do doloroso <em>samsara, </em>estou confuso e sofro. Mestre, imploro-lhe que me salve deste inferno ardente e bondosamente me diga como posso ser livre.</p>
<p style="text-align: justify;">13-17. <em>M</em><em>. </em>Muito bem dito, meu Filho! Você é inteligente e bem disciplinado. Não é necessário comprovar a sua competência para ser um discípulo. Suas palavras demonstram claramente que você está apto. Agora, olhe aqui, minha criança!</p>
<p style="text-align: justify;">No Supremo Ser do Ser-Consciência-Beatitude, quem pode ser o transmigrador? Como pode o <em>samsara </em>ocorrer? O que poderia tê-lo ocasionado? Como e de onde poderia ele surgir? Sendo a Realidade não dual, como pode você ser iludido? Com nada separado no sono profundo, não tendo mudado de modo nenhum, e tendo dormido profunda e pacificamente, um tolo, ao acordar, grita: “Oh, estou perdido!” Como pode você, o Ser imutável, Supremo, sem forma e Bem-aventurado, exclamar: “Eu reencarno – eu sofro!”  e assim por diante? Em verdade, não há nascimento, nem morte; ninguém para morrer ou nascer; nada deste tipo!</p>
<p style="text-align: justify;"><em> D: </em>O que existe, então?</p>
<p style="text-align: justify;"><em> M: </em>Apenas a Sabedoria Beatífica, Suprema, sem início ou fim, não dual, jamais aprisionada, sempre livre, pura, consciente e única.</p>
<p style="text-align: justify;"><em> D: </em>Se é assim, diga-me como a poderosa e maciça ilusão do <em>samsara </em>cobre-me em densas trevas, como uma massa de nuvens na estação de chuvas.</p>
<p style="text-align: justify;">19-20<em>. M: </em>O que se pode dizer do poder da Ilusão (<em>Maya</em>)!<em> </em>Assim como alguém confunde uma coluna com um homem, você também confunde o Eu Real, não dual e perfeito, com um indivíduo. Na ilusão, você sofre. Contudo, como surge a ilusão? Como um sonho que surge enquanto dormimos, o falso <em>samsara</em> aparece na ilusão da ignorância a qual, em si mesma, é irreal. Daí o seu erro.</p>
<p style="text-align: justify;">21-24. <em>D: </em>O que é a ignorância?</p>
<p style="text-align: justify;"><em> M: </em>Ouça. No corpo aparece um fantasma, o “eu falso”, para reivindicar o corpo para si, e isto se chama <em>jiva. </em>O <em>jiva </em>está sempre voltado para o exterior; assume o mundo como real e considera a si mesmo o agente e vivenciador de prazeres e dores; deseja isto e aquilo; não possui discernimento; não recorda, nem uma só vez, a sua verdadeira natureza, nem pergunta: “Quem sou eu? O que é esse mundo?”; apenas vaga pelo <em>samsara,</em> sem conhecer a si mesmo. Esquecer o Eu Real é a Ignorância.</p>
<p style="text-align: justify;">25. <em>D: </em>Todos os <em>shastras </em>proclamam que <em>samsara </em>é obra de <em>maya, </em>mas o senhor diz que é produto da Ignorância. Como conciliar as duas afirmações?</p>
<p style="text-align: justify;"><em> M: </em>A Ignorância tem diferentes nomes, como <em>Maya, Pradhana, Avyakta </em>(o não manifesto), <em>Avidya, </em>Natureza, Trevas e assim por diante. Portanto, o <em>samsara</em> nada mais é do que o resultado da Ignorância.</p>
<p style="text-align: justify;">26. <em>D: </em>E como a ignorância projeta o <em>samsara?</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> M: </em>A ignorância possui dois aspectos: Encobrimento e Projeção <em>(Avarana-Vikshepa). </em>Destes, surge o <em>samsara. </em>O encobrimento funciona de dois modos. Num, dizemos “não existe”; no outro, “não brilha por si mesmo”.</p>
<p style="text-align: justify;">27-28. <em>D: </em>Por favor, explique isso.</p>
<p style="text-align: justify;"><em> M: </em>Numa conversa entre um mestre e um estudante, embora o sábio ensine que só existe a Realidade não dual, o ignorante pensa: “O que pode ser Realidade não dual? Não, não pode ser.” Como resultado do encobrimento que não tem início, o ensinamento, mesmo quando transmitido, é desconsiderado, e as idéias antigas prevalecem. Esta indiferença é o primeiro aspecto do encobrimento.</p>
<p style="text-align: justify;">29-30. A seguir, com o auxílio de livros sagrados e de mestres benevolentes, o estudante acredita – de modo inexplicável, mas sincero – na Realidade não dual. No entanto, não consegue sondar profundamente; permanece na superfície e diz: “a Realidade não brilha por si mesmo”. Aqui há o conhecimento de que “Ela não brilha por si mesmo”; contudo, persiste a ilusão da ignorância. Essa ilusão do “não brilhar por si mesmo” é o segundo aspecto do encobrimento.</p>
<p style="text-align: justify;">31-32. <em>D: </em>O que é Projeção?</p>
<p style="text-align: justify;"><em> M: </em>Embora o ser humano seja o Ser imutável, sem forma, Supremo, Beatífico e não dual, ele pensa ser um corpo com pernas e braços, o agente e experienciador; objetivamente, ele vê este homem e aquele, isto e aquilo, e é iludido. Projeção é a ilusão de perceber o universo externo na Realidade não dual. Isto é Sobreposição.</p>
<p style="text-align: justify;">33. <em>D: </em>O que é Sobreposição?</p>
<p style="text-align: justify;"><em> M: </em>É confundir algo que é com algo que não é – como confundir uma corda com uma cobra, uma estaca com um ladrão, uma miragem com a água. A aparência de algo falso sobre algo real é a sobreposição.</p>
<p style="text-align: justify;">34. <em>D: </em>O que é, aqui, a sobreposição do irreal sobre a coisa real, ou substrato?</p>
<p style="text-align: justify;"><em> M: </em>A Realidade é o Supremo <em>Brahman</em>, ou o Ser-Consciência-Beatitude não dual. Assim como o nome e a forma da cobra – que são falsos –  são justapostos a uma corda, também na Realidade não dual sobrepõe-se a categoria de seres animados e de coisas inanimadas. Assim, os nomes e formas que aparecem como universo constituem a sobreposição. Este é o fenômeno irreal.</p>
<p style="text-align: justify;"><code><br />
</code></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Novo livro do Ramana em português!</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Sep 2010 15:27:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>niraj</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lançamento de um novo livro do Bhagavan: Pérolas de Sabedoria - Vida e Ensinamentos de Sri Ramana Maharshi.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><code><br />
</code></p>
<h1 style="text-align: center;">Lançamento de um novo livro do Bhagavan:</h1>
<h1 style="text-align: center;">Pérolas de Sabedoria -</h1>
<h3 style="text-align: center;">Vida e Ensinamentos de Sri Ramana Maharshi</h3>
<p><code><br />
</code></p>
<p><code><br />
</code></p>
<p>É com grande satisfação que anunciamos o lançamento de um novo livro do Maharshi em português. Editado pela Editora Teosófica, o livro contém 164 páginas e o preço de capa será R$ 25,00. O livro já se encontra disponível para compra e pode ser adquirido diretamente no<a href="http://www.editorateosofica.com.br/et/verproduto.asp?Codigo=200" target="_blank"> site da Editora</a>.</p>
<p>A obra é composta da tradução de três pequenos livros do Ramana:</p>
<ul>
<li><em>Pérolas de Sabedoria </em>(Gems of Bhagavan): seleção de ensinamentos do Ramana dividido tematicamente em treze capítulos.</li>
<li><em>Bhagavan Ramana</em>: biografia do mestre feita pelo devoto indiano e Professor Doutor T.P.M Mahadevan</li>
<li><em>Quem sou eu? </em>(Who am I?): conjunto de 28 perguntas e respostas que, pode-se dizer, contém os ensinamentos essenciais do Maharshi. Trata-se de um diálogo ocorrido com Sri Sivaprakasam Pillai em <a href="http://advaita.com.br/arunachala/" target="_blank">Tiruvannamalai</a>, por volta do ano 1902, época em que Sri Ramana ainda não falava, tendo respondido as perguntas por escrito. Expõe a prática da <a href="http://advaita.com.br/ramana-maharshi/quem-sou-eu/" target="_blank">autoinquirição</a> (<em>atma vichara</em>), sua visão acerca da irrealidade do mundo, e conselhos práticos para a vida espiritual.</li>
</ul>
<p><code><br />
</code></p>
<p><a href="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Capa-pérolas-para-site.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1353" title="Capa pérolas (para site)" src="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Capa-pérolas-para-site.jpg" alt="" width="491" height="751" /></a></p>
<p><code><br />
</code></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Paz ou Pizza? (Mooji)</title>
		<link>http://advaita.com.br/2010/09/18/paz-ou-pizza-mooji/</link>
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		<pubDate>Sat, 18 Sep 2010 13:20:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>niraj</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesse Satsang Mooji fala sobre como os pensamentos surgem aleatoriamente, e que são apenas aqueles pensamentos que têm a nossa identificação ou interesse que nos perturbam.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p><code><br />
</code></p>
<h1 style="text-align: center;">Paz ou Pizza? (Mooji)</h1>
<p><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Com-Mooji-em-2009-6.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1337" title="Com Mooji em 2009 (6)" src="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Com-Mooji-em-2009-6.jpg" alt="" width="504" height="378" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p><code><code><br />
</code></code></p>
<p><code><br />
</code></p>
<p><code> </code></p>
<p style="text-align: justify;">Todos esses seres e os papéis que eles estão desempenhando, em cada momento, estão acontecendo pela vontade Divina. Você vai para qualquer cidade, qualquer vila, qualquer lugar&#8230; é preciso alguns papéis para manter uma vila existindo – como uma padaria, um sapateiro, um alfaiate, um padre, membros da família. E quem é que provoca essas ações? São apenas papéis que aparecem.</p>
<p style="text-align: justify;">Você nesse corpo sente uma urgência, uma atração de se mover em uma direção. Você tem o sentimento de que você tomou essa decisão, mas o anseio veio antes. Apenas quando ele veio para o campo da consciência, então algo diz “eu acho que vou fazer isso”. Antes de um pensamento ocorrer para você, você estava consciente dele? Você solicitou que certo pensamento viesse? Como um item “para levar”?</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, os pensamentos são aleatórios. Você está meditando&#8230; “Paz&#8230;” E então vem “pizza”! [risos] E depois disso, “ah, sim, eu tenho que enviar um email&#8230;” Eles são aleatórios. Mas assim que eles surgem, alguns pensamentos da mesma frequência se juntam e o processo de pensar começa. Na verdade é totalmente automático, mas por causa da identidade de que “isso sou eu”, alguns tipos de pensamentos se tornam sazonais – eles vão continuar voltando – porque eles ganham serviço de cinco estrelas. [risos]</p>
<p style="text-align: justify;">Esses são os pensamentos favoritos – e eu não digo “favoritos” porque você gosta deles, eles podem ser favoritos porque você os odeia. Mas eles têm alguma afinidade com a maneira que você atualmente pensa sobre você mesmo. E então um tipo de construção de identidade surge. Mas isso não é algo fixo, é como um auto-retrato constantemente em mutação. Porque ele surge no campo da mudança. E de alguma forma, aquilo que nós gostamos na esfera da mudança nós gostaríamos de tornar fixo – o que é impossível.</p>
<p style="text-align: justify;">A natureza do Ser é alegria e paz. Mas quando o ser se esquece de si mesmo, então ele busca paz e alegria fora. Tenta obter isso dos relacionamentos, das atividades, dos pensamentos. Mas esse tipo de alegria não pode durar.</p>
<p style="text-align: justify;">Então primeiro, encontre a si mesmo. Chegue ao completo reconhecimento, à clareza irrefutável, e então você pode desfrutar dessa atividade. Então o amor estará fluindo a partir de você. E quando você vê outros seres, você não se importará nas diferenças das estórias, você vai olhar diretamente para seus seres, e saber que vocês são Um. Isso não é apenas comunicação, mas comunhão.</p>
<p><code><br />
</code></p>
<p>[Trecho retirado do Satsang <em><a href="http://advaita.com.br/mooji/dvds-e-cds/">Simplesmente Feliz</a></em>, ocorrido em São Paulo no dia 11/10/2009 (sessão 2)]</p>
<p><code><br />
</code></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mente natural – Mooji</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 16:32:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>niraj</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mooji fala sobre a Mente Natural e os obstáculos que surgem quando nós tentamos permanecer no vazio ou investigar a ilusão. A vida não quer nada de nós - e somos nós mesmos que nos beneficiamos de nosso desapego.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><code> </code></p>
<h1 style="text-align: center;">Mente Natural (Mooji)</h1>
<p><code> </code></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Mooji-teary.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-1304" title="Mooji teary" src="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Mooji-teary.bmp" alt="" width="326" height="248" /></a></p>
<p><code> </code></p>
<p style="text-align: justify;">É completamente natural para a mente e a atenção permanecerem no Vazio. Em certo momento se torna sem esforço. Mas o nosso condicionamento diz: “Ah, mas eu não sei se isso é bom”, “Manter a minha mente tem algumas vantagens&#8230;” Então há alguma confusão, algum medo, porque você está colocando ela no fogo do autoconhecimento, da autorrealização – e esse fogo não vai lhe queimar, ele só vai queimar o que você não é. Mas a mente está dizendo: “Não, eu quero salvar algumas coisas, posso manter isso?”. Mas estar nesse fogo é um estado em que você não está negociando.</p>
<p style="text-align: justify;">A vida não quer nada de você. Quando você dá tudo, é você que se beneficia. Eu não estou querendo dizer que essas coisas estão erradas, não tem nada de errado com elas. É apenas reconhecer os seus apegos. Você pode dar às costas aos apegos.</p>
<p style="text-align: justify;">Se isso for difícil demais eu mostrarei outro caminho: reconheça os apegos, e descubra quem realmente está apegado. Mas para isso você deve estar muito silencioso. Faça essa pergunta: “Quem está tão apegado?”, ou “Quem é tão perturbado?”. E fique muito silencioso, mas alerta. Não fique pensando.</p>
<p style="text-align: justify;">O que é que vai acontecer?</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1303"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes a mente vai ficar muito barulhenta. E muitas pessoas sentem “Ah não, isso é demais, eu vou parar”. Mas você deve ser diferente. Se a mente fizer barulho, você permaneça em silêncio. Não tente parar; não julgue. Não pense: “Ah não, isso não está funcionando, não vai acontecer”. Não diga nada – apenas permaneça em silêncio. Você está lá.</p>
<p style="text-align: justify;">Permaneça apenas como a Presença, o sentimento de Ser, EU SOU.</p>
<p style="text-align: justify;">Não crie nenhuma imagem sobre quem você é. Não se refira ao passado ou ao futuro. Apenas permaneça com o sentimento de Ser, e deixe tudo mais acontecer. Então você descobrirá algo muito bom&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">[Trecho retirado do Satsang <em><a href="http://advaita.com.br/mooji/dvds-e-cds/" target="_blank">Casa, mas sem endereço</a></em>, ocorrido em Porto Alegre (RS) no dia 26/09/2009.]</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>Morte e Renascimento segundo Ramana Maharshi</title>
		<link>http://advaita.com.br/2010/08/21/morte-e-renascimento-segundo-ramana-maharshi/</link>
		<comments>http://advaita.com.br/2010/08/21/morte-e-renascimento-segundo-ramana-maharshi/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 17:17:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>niraj</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ensinamentos de Sri Ramana Maharshi sobre morte, reencarnação, luto e assuntos relacionados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><code><br />
</code></p>
<h1 style="text-align: center;">Morte e Renascimento segundo Ramana Maharshi</h1>
<p><code><br />
</code></p>
<p style="padding-left: 150px;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Ramana-sentado21.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1466" title="Ramana sentado2" src="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Ramana-sentado21.jpg" alt="" width="307" height="405" /></a></p>
<p><code><br />
</code></p>
<p>[Trecho de ensinamentos extraídos do livro "<a href="http://advaita.com.br/ramana-maharshi/livros-em-portugues/" target="_blank">Os Ensinamentos de Sri Ramana Maharshi em Suas Próprias Palavras</a>". Os trechos recuados para a direita são os comentários do editor da obra, Arthur Osborne.]</p>
<p><code><br />
</code></p>
<p style="padding-left: 150px;">
<p style="text-align: justify; padding-left: 120px;">Em nenhum outro ponto o Bhagavan mostrou mais claramente que a teoria deve ser adaptada ao nível da compreensão do buscador do que quando ele respondia perguntas sobre a morte e renascimento. Para aqueles que eram capazes de compreender a teoria não-dualista em sua forma pura ele apenas explicava que esta pergunta não surge, pois como o ego não tem uma existência real agora, também não o terá após a morte.</p>
<p><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">D.: As ações de uma pessoa nesta vida afetam os seus nascimentos futuros?</p>
<p style="text-align: justify;">B.: Você nasceu? Por que você se preocupa com nascimentos futuros? A verdade é que não existe nascimento e nem morte. Que aquele que nasceu pense sobre a morte e outros consolos para ela.</p>
<p style="text-align: justify;">D.: A doutrina Hindu da reencarnação é correta?</p>
<p style="text-align: justify;">B.: Não é possível dar uma resposta definitiva. No Bhagavad Gita, por exemplo, até a presente encarnação é negada.</p>
<p style="text-align: justify;">D.: A nossa personalidade não é sem começo?</p>
<p style="text-align: justify;">B.: Primeiro descubra se ela existe e depois faça a pergunta. Nammalwar diz: “Por ignorância tomei o ego pelo Eu Real, mas com o conhecimento correto [percebemos que] o ego não existe e você permanece como Eu Real.” Tanto os dualistas quanto os não-dualistas concordam que a Auto-Realização é necessária. Primeiro atinja-a e depois faça outras perguntas. Dualismo ou não-dualismo – isso não pode ser resolvido por meio de teorias apenas. Se o Eu Real for realizado, esta pergunta não surgirá.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo o que nasce deve morrer; tudo o que é adquirido será perdido. Você nasceu? [Não,] você existe eternamente. O Eu Real nunca pode ser perdido.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 120px;">O Bhagavan, de fato, desencorajava a preocupação com esses temas metafísicos, já que eles apenas distraem a pessoa do esforço de realizar o Eu Real aqui e agora.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: justify;">D.: Dizem que depois da morte temos a escolha de desfrutar dos nossos méritos ou dos nossos deméritos, que depende apenas de nossa escolha. Isto é assim mesmo?</p>
<p style="text-align: justify;">B.: Para que perguntar sobre o que acontece após a morte? Para que perguntar se você nasceu ou não, se você colhe os frutos de seu <em>karma</em> passado ou não? Você não terá essas perguntas daqui a pouco quando estiver dormindo. Por quê? Por acaso você agora é uma pessoa diferente do que era enquanto dormia? Não, você não é. Descubra porque essas perguntas não surgem quando você está dormindo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 120px;">Ocasionalmente, entretanto, o Bhagavan aceitava um ponto de vista menos elevado para aqueles que não podiam ater-se à teoria não-dualista pura.</p>
<p><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">B: No <em>Bhagavad Gita</em> Sri Krishna primeiro diz a Arjuna, no Capítulo II, que ninguém nunca nasceu e depois, no Capítulo IV, que “você e eu já passamos por inúmeras encarnações. Eu as conheço mas você não.” Qual dessas declarações é verdadeira? O ensinamento varia de acordo com a compreensão do ouvinte.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando Arjuna disse que não iria lutar contra e matar seus parentes e professores para conquistar o reinado, Sri Krishna disse: “Não é que estes, você ou eu, não éramos antes, não somos agora, nem seremos depois. Ninguém nasceu, ninguém morre e não será assim daqui para a frente.” Ele posteriormente desenvolveu este tema, dizendo que ele havia dado instruções ao Sol e, através dele, a <em>Ikshvaku</em>; e Arjuna indagou como isso seria possível já que Krishna havia nascido apenas há alguns anos atrás e eles tinham vivido em eras passadas. Então Krishna entendeu seu ponto de vista e disse: “Sim, você e eu já passamos por inúmeras encarnações. Eu as conheço mas você não.”</p>
<p style="text-align: justify;">Essas declarações parecem contraditórias, mas cada uma é verdadeira de acordo com o ponto de vista do ouvinte. Cristo também disse “Antes de Abraão ser, <em>eu sou</em>.”</p>
<p style="text-align: justify;">Assim como nos sonhos você acorda depois de várias experiências novas, também depois da morte um novo corpo é encontrado.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim como os rios perdem a sua individualidade quando deságuam no oceano – e mesmo assim as águas evaporam e descem como chuva de volta para o rio e depois para o oceano -, os indivíduos também perdem a sua individualidade quando vão dormir mas retornam novamente de acordo com as suas tendências inatas prévias. Similarmente, na morte o ser também não é perdido.</p>
<p style="text-align: justify;">D.: Como isso?</p>
<p style="text-align: justify;">B.: Veja como uma árvore cresce novamente depois de seus galhos serem cortados. Enquanto a fonte da vida não é destruída, ela continua crescendo. Da mesma forma, no momento da morte as tendências latentes retornam ao coração, mas não são destruídas. É assim que os seres renascem.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify; padding-left: 120px;">No entanto, de um ponto de vista mais elevado ele responderia:</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Em verdade não existe nem semente nem árvore – existe apenas Ser.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 120px;">Ocasionalmente ele explicava o processo mais detalhadamente, mas sempre com a ressalva de que na verdade só existe o Eu imutável.</p>
<p><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">D.: Quanto tempo dura o intervalo entre a morte e o renascimento?</p>
<p style="text-align: justify;">B.: Pode ser longo ou curto, mas o Homem Realizado não passa por isso; ele é absorvido diretamente pelo Ser Infinito, segundo a descrição do <em>Brihad Aranyaka Upanishad</em>. Alguns dizem que, após a morte, aqueles que tomam o caminho da luz não mais renascem, enquanto que aqueles que tomam o caminho da escuridão renascem depois de ter colhido os frutos do seu <em>karma</em> (destino auto-produzido) em seus corpos sutis.</p>
<p style="text-align: justify;">Se os méritos e deméritos de um homem são iguais ele renasce imediatamente na Terra; se os seus méritos superam seus deméritos ele primeiro vai ao céu em seu corpo sutil, já se seus deméritos superam seus méritos ele vai primeiro ao inferno. Mas em ambos os casos ele renasce posteriormente na Terra. Tudo isso é descrito nas escrituras, mas na verdade não existe nem nascimento nem morte; cada um simplesmente permanece como realmente é. Apenas isso é a Verdade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 120px;">Maharishi nunca aceitou que as diferentes formas de se expressar ou de formular as doutrinas entre as religiões representassem contradições substanciais, já que a Verdade para a qual elas apontam é Uma e Imutável.</p>
<p><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">D.: É correta a visão Budista de que não existe uma entidade contínua que funcione como uma alma individual? Ela está de acordo com a doutrina Hindu de um ego que reencarna? A alma é uma entidade contínua que reencarna inúmeras vezes, como prega a doutrina Hindu, ou é um mero conglomerado de tendências mentais, como ensina a Budista?</p>
<p style="text-align: justify;">B.: O Eu Real é contínuo e não é afetado por nada. O ego que reencarna pertence ao plano inferior, o do pensamento. Ele é transcendido pela Auto-Realização.</p>
<p style="text-align: justify;">As reencarnações acontecem devido a um falso desdobramento do Ser, e são por isso negadas pelos Budistas. O estado humano é o resultado de uma junção do insensível e do sensível.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 120px;">Às vezes a questão não era a reencarnação em si, mas sim a dor da perda de um ente querido. Uma senhora que veio do norte da Índia perguntou ao Bhagavan se era possível conhecer o estado póstumo de um indivíduo.</p>
<p><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">B.: Sim, é possível, mas para que tentar? Esses fatos são tão irreais quanto a pessoa que os vê.</p>
<p style="text-align: justify;">S.:  O nascimento de uma pessoa e sua vida e morte são reais para nós.</p>
<p style="text-align: justify;">B.: Sim, como você erroneamente se identifica com o corpo você pensa o outro como sendo um corpo também. Mas nem você nem ele são um corpo.</p>
<p style="text-align: justify;">S.: Mas a partir de meu próprio nível de entendimento eu vejo a mim mesma e ao meu filho como reais.</p>
<p style="text-align: justify;">B.: O nascimento do pensamento “eu” é o nascimento da pessoa, e a sua morte é a morte da pessoa. Depois de surgir o pensamento “eu”, a errônea identificação com o corpo também surge. Se você se identifica com o corpo você erroneamente identifica os outros com seus corpos também. Assim como você pensa que o seu corpo nasceu, cresceu e vai morrer, você também pensa que o corpo do outro nasceu, cresceu e morreu. Você pensava sobre o seu filho antes dele nascer? O pensamento veio depois dele nascer, e continua após sua morte. Ele só é o seu filho na medida em que você pensa nele. Para onde ele foi? Para a fonte de onde ele surgiu. Enquanto você continuar existindo ele continua também. Mas se você deixar de se identificar com o corpo e realizar o Eu Real essa confusão desaparecerá. Você é eterna, e descubrirá que os outros também o são. Enquanto isso não for realizado haverá sempre a tristeza e o desgosto, fruto dos falsos valores que são produzidos pelo conhecimento errôneo e pela identificação errônea.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 120px;">Na ocasião da morte do Rei George V dois devotos estavam discutindo o assunto no salão, e pareciam chateados. O Bhagavan disse: “O que importa para vocês quem morre ou o que é perdido? Morram vocês mesmos e se percam, tornando-se assim, com a extinção do ego, um com o Eu de todas as coisas.”</p>
<p><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">E, finalmente, sobre a importância da morte. As religiões em geral dão importância ao estado mental em que a pessoa morre, e a seus últimos pensamentos antes da morte. Mas o Bhagavan alertava as pessoas que é preciso estar bem preparado antes, caso contrário tendências mentais indesejáveis podem surgir com força demais, não podendo ser controladas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">D.: Se eu não puder me iluminar nesta vida, que eu possa pelo menos não esquecer da iluminação no meu leito de morte. Que eu possa ter um vislumbre da Realidade no meu último momento de vida, a fim de ter um bom estado no futuro!</p>
<p style="text-align: justify;">B.: No Capítulo VIII do <em>Bhagavad Gita</em> é dito que o último pensamento de uma pessoa no momento da morte determina o seu próximo nascimento. Mas é necessário experimentar a Realidade agora, nesta vida, a fim de poder experimentá-la no momento da morte. Reflita se este momento é de qualquer maneira diferente do último momento na morte, e tente estar no estado desejado.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><code><br />
</code></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Desista de todas as vasanas &#8211; Papaji</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Aug 2010 18:31:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>niraj</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Papaji nos encoraja a abandonar todas as imagens e tendências mentais (vasanas), e ressalta que a Liberdade não é algo difícil, mas é nosso estado natural, e não depende de nada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><code><br />
</code></p>
<h1 style="text-align: center;">Simplesmente desista de todas as <em>vasanas</em></h1>
<h4 style="text-align: center;"><em>Papaji</em></h4>
<p><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Papaji-in-The-Fire-of-Freedom-cover.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1102" title="Papaji in The Fire of Freedom cover" src="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Papaji-in-The-Fire-of-Freedom-cover.jpg" alt="" width="273" height="185" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">
<p><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: justify;">Liberdade, Amor e Paz serão conquistados instantaneamente tão logo você abandone as vasanas – as impressões do passado que você guardou em sua memória. Se abandonar as vasanas agora mesmo, você poderá ser livre e feliz, ficar em paz e no amor.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode-se viver bem sem vasanas, sem desejos, assim como você vive bem quando tira seu chapéu ou o casaco, sem ter perdido nada. Da mesma forma, se renunciar às vasanas – se você renunciar às tendências do passado – ficará bem e feliz. Não é necessário tempo, isto é tão fácil quanto destacar uma pétala de rosa. Não demanda tempo. Você pode conquistar a liberdade, luz e sabedoria agora – instantaneamente você pode ser livre. Não é necessário um trabalho extenuante. Penitências, austeridades, mesmo meditações – apenas abandone-as. Esta noção de “eu estou preso” deve ser abandonada e instantaneamente você estará livre e feliz.</p>
<p style="text-align: justify;">Estou muito feliz em ver tantos buscadores da verdade aqui, em um só lugar, com o desejo de ser livre. Isto nunca aconteceu antes. No passado, encontrávamos apenas casos isolados daqueles que encontraram a liberdade. Dois mil anos atrás Siddhartha se tornou o Buda. Ele teve que viajar de professor a professor; ele teve que passar por todos os tipos de austeridades antes de finalmente apenas se sentar sob a árvore bodhi em Bodhgaya e encontrar o silêncio. Nós não temos tempo para fazer tudo isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Este ensinamento é tão simples que nem é um ensinamento. É tão simples quanto destacar uma pétala de uma rosa – é apenas desistir da noção de que você está preso, de que tem que procurar pela liberdade em cavernas ou montanhas ou monastérios. A liberdade é revelada dentro de você mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Um corvo pousou num coqueiro e um coco caiu. Isto não cria um relacionamento entre o coco e o corvo. Você pode atribuir a liberdade à meditação, sadhanas e esforço; mas quando o coco caiu, caiu por ele mesmo, não por causa do corvo que pousou na árvore.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando você alcançar isso, pode atribuir a alguma sadhana, ou a ter estado com o mestre, ou pode atribuir a ir ao Himalaia durante anos   para contemplação ou a longas austeridades e meditações, mas isto não tem nada a ver com estas coisas. É simplesmente uma questão de permanecer em silêncio. Manter-se quieto por apenas um momento, neste momento, e permitir que aconteça. Não interfira. Apenas fique quieto e observe o que acontece. Este é um caminho muito simples para a liberdade.</p>
<p style="text-align: justify;">Você é livre. A noção de que está preso tem sido empurrada para dentro de sua cabeça por seus pais, sacerdotes,  por sua sociedade. Se você se livrar de tudo isto, instantaneamente vai entender que você é o que sempre foi.  Se desistir de tudo o que leu, ouviu, viu, tocou ou saboreou, libertando-se de todas as noções passadas – o que permanece? Apenas você permanece – aquilo que você sempre foi, o que sempre será e o que é agora.</p>
<p style="text-align: justify;">O exercício, sadhana ou caminho, não é algo para se tomar emprestado do exterior. Apenas mantenha-se em silêncio e você conhecerá a libertação da tristeza e do sofrimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu gostaria que todos tentassem isso e compreendessem.</p>
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		<title>Introduce Yourself to This Moment &#8211; Papaji</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 19:21:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>niraj</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Poderoso texto de Papaji que leva a mente de volta para a simplicidade deste Instante, no qual nada jamais existiu, e nós somos como sempre fomos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><code><br />
</code></p>
<h1 style="text-align: center;">Introduce yourself to this moment</h1>
<p><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><img title="Papaji" src="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2010/08/image008.jpg" alt="" width="169" height="214" /></p>
<p><code><br />
</code></p>
<p>This moment. Introduce yourself directly to this moment.</p>
<p style="text-align: justify;">Do not attach yourself to action, thought, object. Be attached to no relations – external or internal. Do not attach your mind on any direction. Neither inside nor outside, nor above nor below. Nor to anything in this universe, nor later, with the heavens. Not to any method, any sadhana, any practice whatsoever.</p>
<p style="text-align: justify;">Do not attach your mind even to the so much appreciated by the ancients, the cavity of the heart, the emptyness within yourself – don’t be attached to it. Not even to space! Not even…. Anything that you do while awake, while dream, or to sleeping. Its not this moment; it’s the past moment. Introduce, thus, yourself, to this moment, if you want to be free forever – and that you are.</p>
<p style="text-align: justify;">You have introduced yourself only to the past, and having notions of the future. That don’t exist. And now it’s the time to have direct introduction to this moment. And this moment is this moment always. It is not going to change. And this moment is freedom.</p>
<p style="text-align: justify;">You have not to activate your mind or stir a single thought. In this moment, nothing ever existed. This moment is FREE of time, of mind, of nothings. And this is your ultimate, fundamental, birthright, here and now. So, keep quiet. Introduce yourself directly, without any possible help that you would be depending upon mind, body, senses or objetcs. And these things you are simply wearing, simply wearing as a dress. It is not you, it is your dress. You are inside, inside of the inside. It doesn’t mean outside or inside. This inside has nothing to do with the inside of inside-and-outside. Don’t dwell anywhere.</p>
<p style="text-align: justify;">This is called freedom. Therefore I say: you are already free! But there is a lot of trouble going on about this in the world. “How can we be free without any practice?”. This practice itself, this concept of practice itself, is another notion, another bondage. So, you have to get rid of every kind of notions. Only look into this motion, and keep quiet. This is something you are not to practice, not to do, and not do undo also. Simply keep quiet, wherever you are.</p>
<p style="text-align: justify;">Thank you.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><a href="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2010/08/image008.jpg"></a><br />
</span></p>
<div><span style="font-size: 13.3333px; color: #0000ee; -webkit-text-decorations-in-effect: underline;"><br />
</span></div>
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		<title>Vida e Ensinamentos de Ramana Maharshi</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 20:46:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>niraj</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Artigo que fala da vida de Sri Ramana Maharshi e a essência dos seus ensinamentos, contendo uma explicação detalhada sobre o método da autoinquirição ensinada por Bhagavan, e diversas citações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Artigo que fala da vida de Sri Ramana Maharshi e a essência dos seus ensinamentos, contendo uma explicação detalhada sobre o método da autoinquirição ensinada por Bhagavan, e diversas citações.</div>
<div>Publicado na revista Bodigaya nº 21, ano  2009.</div>
<div>Parte deste artigo foi publicado na página &#8220;<a href="http://advaita.com.br/ramana-maharshi/quem-sou-eu/" target="_blank">Quem sou eu?</a>&#8221; deste site.</div>
<div><object style="width: 420px; height: 272px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100" height="100" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="menu" value="false" /><param name="src" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v1/IssuuViewer.swf?mode=embed&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Fdark%2Flayout.xml&amp;showFlipBtn=true&amp;documentId=100812203051-433fe8d4f1974f5599b574bc19c4947d&amp;docName=vida_e_ensinamentos_de_srm_-_autoinquiri__o&amp;username=omniraj&amp;loadingInfoText=Vida%20e%20Ensinamentos%20de%20Sri%20Ramana%20Maharshi%20(Niraj)&amp;et=1281645787902&amp;er=51" /><param name="flashvars" value="mode=embed&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Fdark%2Flayout.xml&amp;showFlipBtn=true&amp;documentId=100812203051-433fe8d4f1974f5599b574bc19c4947d&amp;docName=vida_e_ensinamentos_de_srm_-_autoinquiri__o&amp;username=omniraj&amp;loadingInfoText=Vida%20e%20Ensinamentos%20de%20Sri%20Ramana%20Maharshi%20(Niraj)&amp;et=1281645787902&amp;er=51" /><embed style="width: 420px; height: 272px;" type="application/x-shockwave-flash" width="100" height="100" src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v1/IssuuViewer.swf?mode=embed&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Fdark%2Flayout.xml&amp;showFlipBtn=true&amp;documentId=100812203051-433fe8d4f1974f5599b574bc19c4947d&amp;docName=vida_e_ensinamentos_de_srm_-_autoinquiri__o&amp;username=omniraj&amp;loadingInfoText=Vida%20e%20Ensinamentos%20de%20Sri%20Ramana%20Maharshi%20(Niraj)&amp;et=1281645787902&amp;er=51" flashvars="mode=embed&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Fdark%2Flayout.xml&amp;showFlipBtn=true&amp;documentId=100812203051-433fe8d4f1974f5599b574bc19c4947d&amp;docName=vida_e_ensinamentos_de_srm_-_autoinquiri__o&amp;username=omniraj&amp;loadingInfoText=Vida%20e%20Ensinamentos%20de%20Sri%20Ramana%20Maharshi%20(Niraj)&amp;et=1281645787902&amp;er=51" menu="false" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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<div style="width: 420px; text-align: left;">Para baixar este documento, <a href="http://issuu.com/omniraj/docs/vida_e_ensinamentos_de_srm_-_autoinquiri__o" target="_blank">clique aqui</a>.</div>
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		<title>Poesias do Papaji</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 22:03:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>niraj</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pura inspiração e sabedoria condensadas nesses versos de Papaji.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pura inspiração e sabedoria condensadas nesses versos de Papaji.</p>
<div><object style="width: 420px; height: 544px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100" height="100" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="menu" value="false" /><param name="src" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v1/IssuuViewer.swf?mode=embed&amp;viewMode=presentation&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Fdark%2Flayout.xml&amp;showFlipBtn=true&amp;documentId=100630145258-97cf0fee07f9426bb3a9546cbcaa88ba&amp;docName=papaji___this__-_tradu__o_poesias&amp;username=omniraj&amp;loadingInfoText=Poesias%20do%20Papaji%20(extra%C3%ADdas%20do%20livro%20THIS)&amp;et=1281305027432&amp;er=48" /><param name="flashvars" value="mode=embed&amp;viewMode=presentation&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Fdark%2Flayout.xml&amp;showFlipBtn=true&amp;documentId=100630145258-97cf0fee07f9426bb3a9546cbcaa88ba&amp;docName=papaji___this__-_tradu__o_poesias&amp;username=omniraj&amp;loadingInfoText=Poesias%20do%20Papaji%20(extra%C3%ADdas%20do%20livro%20THIS)&amp;et=1281305027432&amp;er=48" /><embed style="width: 420px; height: 544px;" type="application/x-shockwave-flash" width="100" height="100" src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v1/IssuuViewer.swf?mode=embed&amp;viewMode=presentation&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Fdark%2Flayout.xml&amp;showFlipBtn=true&amp;documentId=100630145258-97cf0fee07f9426bb3a9546cbcaa88ba&amp;docName=papaji___this__-_tradu__o_poesias&amp;username=omniraj&amp;loadingInfoText=Poesias%20do%20Papaji%20(extra%C3%ADdas%20do%20livro%20THIS)&amp;et=1281305027432&amp;er=48" flashvars="mode=embed&amp;viewMode=presentation&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Fdark%2Flayout.xml&amp;showFlipBtn=true&amp;documentId=100630145258-97cf0fee07f9426bb3a9546cbcaa88ba&amp;docName=papaji___this__-_tradu__o_poesias&amp;username=omniraj&amp;loadingInfoText=Poesias%20do%20Papaji%20(extra%C3%ADdas%20do%20livro%20THIS)&amp;et=1281305027432&amp;er=48" menu="false" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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<div style="width: 420px; text-align: left;"></div>
<div style="width: 420px; text-align: left;">Para baixar este texto, <a href="http://issuu.com/omniraj/docs/papaji___this__-_tradu__o_poesias" target="_blank">clique aqui</a>.</div>
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		<title>Autoinquirição de Ramana Maharshi</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Aug 2010 22:37:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O texto da literatura Ramana que melhor explica o que é a prática da autoinquirição, da forma mais clara e aprofundada. É o capítulo 7 do livro "The Path of Sri Ramana", de Sadhu Om, discípulo do Maharishi.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>O texto da literatura Ramana que melhor explica o que é a prática da autoinquirição, da forma mais clara e aprofundada. É o capítulo 7 do livro &#8220;The Path of Sri Ramana&#8221;, de <em>Sadhu Om</em>, discípulo do Maharishi.</div>
<div><object style="width: 420px; height: 272px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100" height="100" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="menu" value="false" /><param name="src" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v1/IssuuViewer.swf?mode=embed&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Flight%2Flayout.xml&amp;showFlipBtn=true&amp;documentId=100630142930-1e49ad81b459442a873011812af77831&amp;docName=auto-inquiri__o__cap_tulo_7_do_livro_the_path_of_s&amp;username=omniraj&amp;loadingInfoText=Auto-inquiri%C3%A7%C3%A3o%20(Cap%C3%ADtulo%207%20do%20livro%20The%20Path%20of%20Sri%20Ramana%2C%20por%20Sadhu%20Om)&amp;et=1281306879003&amp;er=62" /><param name="flashvars" value="mode=embed&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Flight%2Flayout.xml&amp;showFlipBtn=true&amp;documentId=100630142930-1e49ad81b459442a873011812af77831&amp;docName=auto-inquiri__o__cap_tulo_7_do_livro_the_path_of_s&amp;username=omniraj&amp;loadingInfoText=Auto-inquiri%C3%A7%C3%A3o%20(Cap%C3%ADtulo%207%20do%20livro%20The%20Path%20of%20Sri%20Ramana%2C%20por%20Sadhu%20Om)&amp;et=1281306879003&amp;er=62" /><embed style="width: 420px; height: 272px;" type="application/x-shockwave-flash" width="100" height="100" src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v1/IssuuViewer.swf?mode=embed&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Flight%2Flayout.xml&amp;showFlipBtn=true&amp;documentId=100630142930-1e49ad81b459442a873011812af77831&amp;docName=auto-inquiri__o__cap_tulo_7_do_livro_the_path_of_s&amp;username=omniraj&amp;loadingInfoText=Auto-inquiri%C3%A7%C3%A3o%20(Cap%C3%ADtulo%207%20do%20livro%20The%20Path%20of%20Sri%20Ramana%2C%20por%20Sadhu%20Om)&amp;et=1281306879003&amp;er=62" flashvars="mode=embed&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Flight%2Flayout.xml&amp;showFlipBtn=true&amp;documentId=100630142930-1e49ad81b459442a873011812af77831&amp;docName=auto-inquiri__o__cap_tulo_7_do_livro_the_path_of_s&amp;username=omniraj&amp;loadingInfoText=Auto-inquiri%C3%A7%C3%A3o%20(Cap%C3%ADtulo%207%20do%20livro%20The%20Path%20of%20Sri%20Ramana%2C%20por%20Sadhu%20Om)&amp;et=1281306879003&amp;er=62" menu="false" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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<div style="width: 420px; text-align: left;">Para baixar este texto, <a href="http://issuu.com/omniraj/docs/auto-inquiri__o__cap_tulo_7_do_livro_the_path_of_s" target="_blank">clique aqui</a>.</div>
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		<title>Ensinamentos Espirituais de Ramana Maharshi</title>
		<link>http://advaita.com.br/2010/08/08/ensinamentos-espirituais-de-ramana-maharshi/</link>
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		<pubDate>Sun, 08 Aug 2010 22:31:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Trechos selecionados do livro "Ensinamentos Espirituais" (publicado pela Editora Cultrix) - uma ótima compilação de ensinamentos de Sri Ramana sobre diversos assuntos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 13.3333px;">Trechos selecionados do livro &#8220;Ensinamentos Espirituais&#8221; (publicado pela Editora Cultrix) &#8211; uma ótima compilação de ensinamentos de Sri Ramana sobre diversos assuntos. </span></p>
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