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	<title>Advaita Vedanta &#187; Advaita Vedanta</title>
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		<title>Esquecer tudo é o meio supremo</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Nov 2010 22:58:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>niraj</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ensinamentos retirados da obra Advaita Bodha Deepika sobre a natureza da mente e o meio de transcendê-la.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p><code><br />
</code></p>
<h1 style="text-align: center;">Esquecer tudo é o meio supremo</h1>
<p><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2010/11/OM-artistic.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1565" title="OM artistic" src="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2010/11/OM-artistic.jpg" alt="" width="350" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>M:</strong><em> </em>Sábio filho, abandone a mente – o atributo limitador que origina a individualidade, assim causando a grande enfermidade de repetidos nascimentos e mortes – e realize <em>Brahman.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em><strong>D:</strong><em> </em>Mestre, como se pode extinguir a mente? Não é muito difícil? Não é a mente muito vigorosa, inquieta e sempre vacilante? Como se pode renunciar à mente?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>M:</strong><em> </em>Abandonar a mente é muito fácil, tão fácil quanto amassar uma flor delicada, tirar um fio de cabelo da manteiga ou piscar os olhos. Não tenha dúvida. Para um buscador resoluto, senhor de si e não enfeitiçado pelos sentidos, que pelo intenso desapaixonamento se tornou indiferente aos objetos externos, não pode haver a menor dificuldade em abandonar a mente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>D:</strong><em> </em>Como pode ser tão fácil?</p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em><strong>M:</strong> A questão da dificuldade só surge quando há uma mente a ser renunciada. Verdadeiramente falando, não existe mente. Quando lhe dizem: “Aqui tem um fantasma”, a criança ignorante é levada a acreditar na existência do fantasma inexistente, ficando sujeita ao medo, ao sofrimento e aos incômodos. Da mesma forma no imaculado <em>Brahman</em>, ao imaginar coisas que não existem – como isto e aquilo – uma falsa entidade conhecida como <em>mente </em>surge como algo aparentemente real, funcionando como isto e aquilo e mostrando-se incontrolável e poderosa ao incauto; porém, para o buscador senhor de si e dotado de discernimento, conhecedor da natureza da mente, ela é fácil de ser abandonada. Só um tolo, ignorante da natureza da mente, diz que é muito difícil.</p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em><strong>D:</strong><em> </em>Qual é a natureza da mente?</p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em><strong>M:</strong><em> </em>Pensar nisto e naquilo. Na ausência de pensamento, não existe mente. Extinguindo-se os pensamentos, a mente permanecerá apenas em nome, tal como o chifre de uma lebre; desaparecerá como uma não entidade, como o filho de uma mulher estéril, o chifre de uma lebre, ou uma flor no céu. Isto também é mencionado no <em>Yoga Vasishta.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em><strong>D:</strong><em> </em>Como?</p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em><strong>M:</strong> <em>Vasishta </em>diz: “<em>Ouve, ó Rama, nada há chamado ‘mente’. Assim como o espaço existe sem forma, também a mente existe como um vazio inanimado. Permanece apenas como nome; ela não tem forma. Não está no exterior, nem no coração. Entretanto, como o espaço, a mente, embora não tenha forma, preenche tudo.</em>”</p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em><strong>D:</strong> Como pode ser assim?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>M:</strong><em> </em>Onde quer que o pensamento surja como isto e aquilo, lá estará a mente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>D:</strong> Se existe mente onde quer que haja pensamento, mente e pensamento são diferentes?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>M:</strong><em> </em>O pensamento é o sinal da mente. Quando surge um pensamento, pressupõe-se uma mente. Na ausência de pensamentos, não pode haver mente. Portanto, a mente nada mais é do que pensamento. O pensamento é, em si, a mente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>D:</strong> O que é “pensamento”?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>M:</strong><em> </em>“Pensamento” é imaginação. O estado livre de pensamentos é a Suprema Bem-aventurança (<em>Sivasvarupa</em>)<em>. </em>Os pensamentos são de dois tipos: a evocação de coisas experienciadas e não experienciadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>D:</strong><em> </em>Para começar, por favor diga-me o que é “pensamento”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>M:</strong><em> </em>Os sábios dizem que nada mais é do que pensar em qualquer objeto externo como isto ou aquilo, é ou não é, deste ou daquele jeito, etc.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>D:</strong><em> </em>Como isto pode ser classificado sob o título de coisas experienciadas e não experienciadas?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>M:</strong><em> </em>Dos objetos dos sentidos (como o som, etc.) já experienciados – como “eu vi”, “eu ouvi”, “eu toquei”, etc. – pensar neles como tendo sido vistos, ouvidos e tocados é evocar coisas já experienciadas. Trazer à mente objetos dos sentidos não experienciados é o pensamento sobre coisas não experienciadas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">[...]</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>D:</strong><em> </em>Como, então, é possível extinguir a mente?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>M:</strong><em> </em>Esquecer tudo é o meio supremo. O mundo não surge, a não ser pelo pensamento. Não pense e o mundo não surgirá. Quando nada surge na mente, a própria mente é perdida. Portanto, não pense em nada; esqueça tudo. Este é o melhor modo de matar a mente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>D:</strong><em> </em>Alguém já disse isto antes?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>M:</strong><em> Vasishta</em> assim falou a <em>Rama</em>:</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify; padding-left: 120px;"><em>Vasishta: </em>Elimine os pensamentos de todos os tipos – de coisas apreciadas, não apreciadas, ou outras. Como a madeira, ou a pedra, permaneça livre de pensamentos.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 120px;"><em>Rama:</em> Devo eu esquecer tudo, completamente?</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 120px;"><em>Vasishta:</em> Exatamente, esqueça tudo completamente e permaneça como a madeira ou a pedra.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 120px;"><em>Rama:</em> O resultado será a estagnação, como a das pedras ou da madeira.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 120px;"><em>Vasishta:</em> Não é assim. Tudo isso é apenas ilusão. Esquecendo a ilusão, você estará livre dela. Embora pareça estar estagnado, você será a própria Beatitude. O seu intelecto ficará inteiramente claro e aguçado. Sem se embaraçar na vida mundana, mas parecendo ativo aos outros, permaneça como a própria Beatitude de <em>Brahman </em>e seja feliz. Diferentemente da cor azul do céu, não permita que a ilusão do mundo renasça no puro Espaço do Ser-Consciência. Esquecer essa ilusão é o único modo de matar a mente e permanecer como Bem-aventurança. Mesmo que <em>Shiva, Vishnu </em>ou o Próprio<em> Brahman</em> sejam seus mestres, a realização não é possível sem este meio. Sem esquecer tudo é impossível estabelecer-se enquanto Ser. Portanto, esqueça tudo, inteiramente.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>D:</strong><em> </em>Não é muito difícil?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>M:</strong><em> </em>Embora seja difícil para o ignorante, é muito fácil para os poucos que discernem. Nunca pense em nada, exceto no <em>Brahman </em>único e ininterrupto<em>. </em>Praticando isso longamente, você esquecerá facilmente o não-Ser. Não pode ser difícil ficar quieto, sem pensar em nada. Não deixe nenhum pensamento surgir na mente; pense sempre em <em>Brahman. </em>Assim, todos os pensamentos mundanos desaparecerão e só restará o pensamento de <em>Brahman. </em>Quando isso se tornar firme, esqueça até mesmo isso e, sem pensar “eu sou <em>Brahman”, </em>seja o próprio <em>Brahman. </em>Não pode ser difícil de praticar.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, meu sábio filho, siga este conselho: pare de pensar em qualquer outra coisa que não seja <em>Brahman. </em>Com esta prática, a sua mente será extinta; você esquecerá tudo e permanecerá puramente como <em>Brahman.</em></p>
<p style="text-align: justify;">
<p><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: justify;">[Trechos de ensinamentos retirados do livro <em><a href="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Advaita-Bodha-Deepika.pdf" target="_blank">Advaita Bodha Deepika</a></em>, Capítulo VIII, "A Extinção da Mente" (<em>manonasa</em>).]</p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
</em></p>
<p><code><br />
</code></p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Ilusão da Sobreposição, segundo o Advaita</title>
		<link>http://advaita.com.br/2010/10/04/a-ilusao-da-sobreposicao-segundo-o-advaita/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Oct 2010 01:30:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>niraj</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Trecho do livro Advaita Bodha Deepika sobre a natureza da sopreposição.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><code><br />
</code></p>
<h1 style="text-align: center;">A Ilusão da Sobreposição</h1>
<h4 style="text-align: center;">Como o <em>samsara</em> e mundo manifesto objetivo são irreais, segundo o Advaita</h4>
<p><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Cover-of-book.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1441" title="Cover of book" src="http://advaita.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Cover-of-book.jpg" alt="" width="237" height="385" /></a></p>
<p><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: justify;">[Os seguintes textos foram extraídos do primeiro capítulo do livro <em>Advaita Bodha Deepika </em>, um dos livros altamente considerados por <a href="http://advaita.com.br/ramana-maharshi/" target="_blank">Sri Ramana Maharshi</a>, e que está sendo traduzido ao português. Veja o ebook em inglês, disponível <a href="http://advaita.com.br/advaita-vedanta/textos/" target="_blank">neste site</a>.]</p>
<p style="text-align: justify;"><code><br />
</code></p>
<p style="text-align: justify;">7. Grandemente afligido pelos três tipos de sofrimento <em>(tapa-traya), </em>buscando intensamente libertar-se da escravidão, de modo a ficar livre desta dolorosa existência, um discípulo, distinto pela longa prática da <em><a href="http://advaita.com.br/advaita-vedanta/" target="_blank">sadhana quádrupla</a>, </em>aproxima-se de um mestre de valor e implora:</p>
<p style="text-align: justify;">8-12. Senhor, mestre, oceano de misericórdia, entrego-me ao senhor! Imploro-lhe que me salve!</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Mestre: </em>Salvá-lo do quê?</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Discípulo: </em>Do temor de nascimentos e mortes repetitivos.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Mestre: </em>Saia do <em>samsara </em>e não tema.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Discípulo: </em>Sendo incapaz de atravessar o vasto oceano do <em>samsara, </em>temo os nascimentos e mortes recorrentes. Assim, entreguei-me ao senhor. Cabe ao senhor me salvar!</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Mestre: </em>O que posso fazer por você?</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Discípulo: </em>Salvar-me. Não tenho outro refúgio. Assim como a água é a única coisa que apaga o fogo quando a cabeça de alguém está em chamas, também um sábio como o senhor é o único refúgio das pessoas como eu, que ardem com os três tipos de sofrimento. O senhor está livre da ilusão do <em>samsara, </em>possui a mente calma e está profundamente mergulhado na incomparável Beatitude de <em>Brahman</em>, que não tem começo nem fim. Certamente pode salvar esta pobre criatura. Imploro-lhe que o faça!</p>
<p style="text-align: justify;"><em> Mestre: </em>E que tenho eu a ver com o seu sofrimento?</p>
<p style="text-align: justify;"><em> Discípulo: </em>Santos como o senhor não suportam ver os outros sofrerem, como um pai não suporta ver seu filho sofrer. É sem interesse o seu amor por todos os seres. O senhor é o <em>Guru</em> comum a todos, o único barco que nos leva através do oceano do <em>samsara.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> Mestre: </em>Então, o que o faz sofrer?</p>
<p style="text-align: justify;"><em> Discípúlo: </em>Tendo sido picado pela cruel serpente do doloroso <em>samsara, </em>estou confuso e sofro. Mestre, imploro-lhe que me salve deste inferno ardente e bondosamente me diga como posso ser livre.</p>
<p style="text-align: justify;">13-17. <em>M</em><em>. </em>Muito bem dito, meu Filho! Você é inteligente e bem disciplinado. Não é necessário comprovar a sua competência para ser um discípulo. Suas palavras demonstram claramente que você está apto. Agora, olhe aqui, minha criança!</p>
<p style="text-align: justify;">No Supremo Ser do Ser-Consciência-Beatitude, quem pode ser o transmigrador? Como pode o <em>samsara </em>ocorrer? O que poderia tê-lo ocasionado? Como e de onde poderia ele surgir? Sendo a Realidade não dual, como pode você ser iludido? Com nada separado no sono profundo, não tendo mudado de modo nenhum, e tendo dormido profunda e pacificamente, um tolo, ao acordar, grita: “Oh, estou perdido!” Como pode você, o Ser imutável, Supremo, sem forma e Bem-aventurado, exclamar: “Eu reencarno – eu sofro!”  e assim por diante? Em verdade, não há nascimento, nem morte; ninguém para morrer ou nascer; nada deste tipo!</p>
<p style="text-align: justify;"><em> D: </em>O que existe, então?</p>
<p style="text-align: justify;"><em> M: </em>Apenas a Sabedoria Beatífica, Suprema, sem início ou fim, não dual, jamais aprisionada, sempre livre, pura, consciente e única.</p>
<p style="text-align: justify;"><em> D: </em>Se é assim, diga-me como a poderosa e maciça ilusão do <em>samsara </em>cobre-me em densas trevas, como uma massa de nuvens na estação de chuvas.</p>
<p style="text-align: justify;">19-20<em>. M: </em>O que se pode dizer do poder da Ilusão (<em>Maya</em>)!<em> </em>Assim como alguém confunde uma coluna com um homem, você também confunde o Eu Real, não dual e perfeito, com um indivíduo. Na ilusão, você sofre. Contudo, como surge a ilusão? Como um sonho que surge enquanto dormimos, o falso <em>samsara</em> aparece na ilusão da ignorância a qual, em si mesma, é irreal. Daí o seu erro.</p>
<p style="text-align: justify;">21-24. <em>D: </em>O que é a ignorância?</p>
<p style="text-align: justify;"><em> M: </em>Ouça. No corpo aparece um fantasma, o “eu falso”, para reivindicar o corpo para si, e isto se chama <em>jiva. </em>O <em>jiva </em>está sempre voltado para o exterior; assume o mundo como real e considera a si mesmo o agente e vivenciador de prazeres e dores; deseja isto e aquilo; não possui discernimento; não recorda, nem uma só vez, a sua verdadeira natureza, nem pergunta: “Quem sou eu? O que é esse mundo?”; apenas vaga pelo <em>samsara,</em> sem conhecer a si mesmo. Esquecer o Eu Real é a Ignorância.</p>
<p style="text-align: justify;">25. <em>D: </em>Todos os <em>shastras </em>proclamam que <em>samsara </em>é obra de <em>maya, </em>mas o senhor diz que é produto da Ignorância. Como conciliar as duas afirmações?</p>
<p style="text-align: justify;"><em> M: </em>A Ignorância tem diferentes nomes, como <em>Maya, Pradhana, Avyakta </em>(o não manifesto), <em>Avidya, </em>Natureza, Trevas e assim por diante. Portanto, o <em>samsara</em> nada mais é do que o resultado da Ignorância.</p>
<p style="text-align: justify;">26. <em>D: </em>E como a ignorância projeta o <em>samsara?</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> M: </em>A ignorância possui dois aspectos: Encobrimento e Projeção <em>(Avarana-Vikshepa). </em>Destes, surge o <em>samsara. </em>O encobrimento funciona de dois modos. Num, dizemos “não existe”; no outro, “não brilha por si mesmo”.</p>
<p style="text-align: justify;">27-28. <em>D: </em>Por favor, explique isso.</p>
<p style="text-align: justify;"><em> M: </em>Numa conversa entre um mestre e um estudante, embora o sábio ensine que só existe a Realidade não dual, o ignorante pensa: “O que pode ser Realidade não dual? Não, não pode ser.” Como resultado do encobrimento que não tem início, o ensinamento, mesmo quando transmitido, é desconsiderado, e as idéias antigas prevalecem. Esta indiferença é o primeiro aspecto do encobrimento.</p>
<p style="text-align: justify;">29-30. A seguir, com o auxílio de livros sagrados e de mestres benevolentes, o estudante acredita – de modo inexplicável, mas sincero – na Realidade não dual. No entanto, não consegue sondar profundamente; permanece na superfície e diz: “a Realidade não brilha por si mesmo”. Aqui há o conhecimento de que “Ela não brilha por si mesmo”; contudo, persiste a ilusão da ignorância. Essa ilusão do “não brilhar por si mesmo” é o segundo aspecto do encobrimento.</p>
<p style="text-align: justify;">31-32. <em>D: </em>O que é Projeção?</p>
<p style="text-align: justify;"><em> M: </em>Embora o ser humano seja o Ser imutável, sem forma, Supremo, Beatífico e não dual, ele pensa ser um corpo com pernas e braços, o agente e experienciador; objetivamente, ele vê este homem e aquele, isto e aquilo, e é iludido. Projeção é a ilusão de perceber o universo externo na Realidade não dual. Isto é Sobreposição.</p>
<p style="text-align: justify;">33. <em>D: </em>O que é Sobreposição?</p>
<p style="text-align: justify;"><em> M: </em>É confundir algo que é com algo que não é – como confundir uma corda com uma cobra, uma estaca com um ladrão, uma miragem com a água. A aparência de algo falso sobre algo real é a sobreposição.</p>
<p style="text-align: justify;">34. <em>D: </em>O que é, aqui, a sobreposição do irreal sobre a coisa real, ou substrato?</p>
<p style="text-align: justify;"><em> M: </em>A Realidade é o Supremo <em>Brahman</em>, ou o Ser-Consciência-Beatitude não dual. Assim como o nome e a forma da cobra – que são falsos –  são justapostos a uma corda, também na Realidade não dual sobrepõe-se a categoria de seres animados e de coisas inanimadas. Assim, os nomes e formas que aparecem como universo constituem a sobreposição. Este é o fenômeno irreal.</p>
<p style="text-align: justify;"><code><br />
</code></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ebooks de Advaita (textos clássicos, em espanhol)</title>
		<link>http://advaita.com.br/2010/08/07/ebooks-de-textos-classicos-do-advaita-em-espanhol/</link>
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		<pubDate>Sat, 07 Aug 2010 18:11:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>niraj</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Leia e faça download do Ribhu Gita, Bhagavad Gita e Yoga Vasishta (em espanhol) - três clássicos do Advaita Vedanta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Leia e faça download do Ribhu Gita, Bhagavad Gita e Yoga Vasishta (em espanhol) &#8211; três clássicos do Advaita Vedanta.</div>
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		<title>Samadhi (Sri Shankaracharya)</title>
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		<title>Bhagavad Gita (versos selecionados)</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 18:20:51 +0000</pubDate>
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		<title>A Suprema Jóia do Discernimento (Sri Shankaracharya)</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 21:06:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Principal texto de Sri Adi Shankaracharya, principal codificador e sistematizador do Advaita Vedanta, no qual expõe claramente a doutrina da não dualidade. Em português.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Principal texto de Sri Adi Shankaracharya, principal codificador e sistematizador do Advaita Vedanta, no qual expõe claramente a doutrina da não dualidade.</p>
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<p>Para fazer o download do documento <a href="http://issuu.com/omniraj/docs/a_j_ia_suprema_do_discernimento_-_sankara__advaita">clique aqui</a>.</p>
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		<title>Pérolas Advaita &#8211; Trechos de ensinamentos</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 17:55:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>niraj</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma compilação dos principais trechos de livros sobre o Advaita Vedanta em geral e sobre ensinamentos do Sri Ramana Maharshi e Sri Nisargadatta Maharaj, feita por Niraj. Trechos em português e inglês.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma compilação dos principais trechos de livros sobre o Advaita Vedanta em geral e sobre ensinamentos do Sri Ramana Maharshi e Sri Nisargadatta Maharaj, feita por Niraj. Trechos em português e inglês.</p>
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		<title>Avadhut Gita – A Canção do Asceta</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 20:38:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[AVADHUTA GITA (em português). Um dos textos clássicos do Advaita Vedanta, em que o Mahatma Dattatreya faz declarações diretas Daquele Estado. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos textos clássicos do Advaita Vedanta, em que o Mahatma Dattatreya faz declarações diretas Daquele Estado.</p>
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